Futebol no segundo semestre do interior gaúcho ainda precisa ser melhorado

Postado por: Luiz Carlos Carvalho

Compartilhe
Olá, internautas!

Há muito tempo, a crônica esportiva, os clubes do interior e os torcedores esperam pela elaboração de um calendário atrativo, oferecendo uma boa opção de disputa para o segundo semestre. O que se tem ainda não é o ideal, mas pode ser aprimorado.  A Copinha, que cada ano recebe um nome diferente, com homenagens sendo prestadas, ainda não caiu literalmente nas graças.

O Passo Fundo optou por não participar. Segundo a direção, quando houve a conquista da Copa Serrana, o investimento foi alto e depois foi necessário realizar fortes ações para montar o elenco para o Campeonato Gaúcho no ano seguinte.  A Supercopa Gaúcha, que ocorreu no fim do ano em Pelotas, acabou se tornando deficitária.  Em 2014, não houve a participação no segundo semestre em função do atraso nas definições na Justiça Desportiva, com o impasse criado no Gauchão.  Em 2015, a inviabilidade financeira foi colocado como explicação para não jogar.  A opção tricolor foi por incluir um time no Estadual Sub-19.

Já o Gaúcho estará presente. É a ideia da continuidade, após o encerramento da participação na Segunda Divisão.  Ainda não se sabe quais os jogadores a serem utilizados. Alguns não ficarão e pelo bom desempenho em campo os convites acabam surgindo. Se levantou até mesmo o nome de Cris para o Internacional, de Porto Alegre - trata-se de um jovem de 21 anos com grande potencial.  O técnico Júlio César Nunes pediu um tempo para analisar a possibilidade de seguir no Periquito e deverá dar uma resposta nos próximos dias.

Muito ainda se pode melhorar nas disputas do segundo semestre, como a busca por horários alternativas, além de o ingresso ser convidativo. De positivo, a possibilidade de se dar início à montagem do início para o ano seguinte.  Assim, se saberá muito bem quem não tem as condições de seguir no clube para os momentos mais difíceis.  Para se ganhar título na segunda parte do ano, de outra parte, é preciso contratar. Se quiser ganhar, é preciso investir.

Em muito ainda se pode avançar. O próprio calendário do futebol de Santa Catarina pode servir de referência. Aliás, no estado vizinho, muitas portas se abrem até mesmo para atletas profissionais gaúchos, à espera de convites.  Acabam jogando pelo cachê, que gira em torno de R$ 300,00 nas competições amadoras.  É para pensar.

Até a próxima. Sejam felizes, vocês merecem!

  

Leia Também O Enart, de novo! A importância de ter uma recepcionista/secretária preparada em seu consultório. Feito é melhor que perfeito Transporte coletivo entre boatos e incertezas