Um líder que conquista

Postado por: Neuro Zambam

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A capacidade de estabelecer empatias é algo dramático, inerente, saudável, desafiador e tantas outras dimensões dessa linha. Por que algumas pessoas encantam e outras não? Como explicar que para alguns você é simpático e para outros, insuportável?

Essas situações nos chamam atenção quando percebemos a performance do papa Francisco.

O líder é assim. E ele precisa ter essa capacidade de encantar e gerir com autoridade, clareza e prudência.

A passagem de Francisco pelos Estados Unidos e Cuba demonstrou essa capacidade incrível dessa personalidade.

Dois países que podem simbolizar as contradições do mundo que os líderes precisam enfrentar e apontar soluções, fazer análises precisas e circular com astúcia. Riqueza e pobreza, democracia e ditadura, liberdade e controle, negociação e imposição, mas acima de tudo o necessário exercício do diálogo fez e faz parte dessa caminhada.

Temas delicados e de difícil trato, e por vezes impossível, fizeram parte dos discursos e orientações. Um misto de diplomacia, denúncia, cordialidade, anúncio profético, sorriso e outras situações às vezes de aplauso, outras de cuidado e, também, de constrangimento fizeram parte desse itinerário.

Na verdade precisamos ficar atentos aos temas que o Papa, a ONU e os governos trataram nesse período.

São estas preocupações que abalam o mundo atualmente: terrorismo, fanatismo religioso, consumismo, individualismo e fechamento político.

Teriam os líderes abalado mais ainda. Ou há um sinal de esperança?


Sugiro a leitura: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/09/1687271-politicamente-francisco-tenta-se-mostrar-um-pai-p...



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