Em defesa do novo ciclo virtuoso

Postado por: Israel Kujawa

Compartilhe

Em recente e inédita visita ao Brasil, para participar de um evento sobre educação o pensador polonês Zugmunt Bauman (https://www.youtube.com/watch?v=kM5p8DqgG80) declarou que o Brasil precisa concluir o “milagre”. Ele estava se referindo a um ciclo virtuoso em que 22 milhões de Brasileiros saíram da pobreza, foram incluídos e beneficiados pelos recursos produzidos pela humanidade.

Neste momento, especialmente no ano de 2015, um ciclo vicioso e teimoso, está afetando a totalidade dos brasileiros. Neste ciclo, está predominando o pessimismo, o medo e a estagnação. Para superá-lo se faz necessário entender as razões do mesmo. Nestas razões se incluem medidas de ajustes em programas de ensino técnico como o PRONATEC; de acesso ao ensino superior como o FIES; de auxílio aos desempregados como o seguro desemprego; de capacitação para professores da educação básica, com bolsas de incentivo ao estudo. Todas estas políticas públicas, entre outras, como o Minha Casa Minha Vida, Minha Casa Melhor, o PROUNI e o bolsa família, bem como outros projetos de infraestrutura, em rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, cidades e incentivo para a agricultura, contribuíram para que o ciclo virtuoso, vivido no Brasil, fosse superior ao discurso dos pessimistas.

Os ajustes e a continuidade do conjunto destas políticas públicas, está sendo dificultada pelo corporativismo, pelo conservadorismo e pela corrupção do congresso nacional. Precisamos superar o discurso negativo e pessimista reproduzido pelos descontes, que divulgam apenas os episódios de corrupção, de crime e de crise. Precisamos defender, nos envolver, auxiliar e contribuir para construção de um novo ciclo virtuoso, com o protagonismo dos cidadãos que apostam no bem coletivo, para que atuem com incentivos, apoios e investimentos do estado.



Leia Também Falecimento de titular de firma individual causa a extinção da execução fiscal Treinamento psicológico e o efeito no grupo A ciência como ferramenta para a sabedoria Quebra-molas são permitidos, “em casos especiais”