Precisamos religar três dimensões do comportamento

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Nem sempre o grau acadêmico 

significa educação e respeito com o próximo.

(Chil Emerson David)


As ações humanas, devem ser orientadas pelo desafio de religar a sabedoria popular, o conhecimento acadêmico e a atuação política. A sabedoria popular, construída pelos desafios da vivência, o conhecimento acadêmico, construído com o auxílio técnico da sistematização de informações e a prática política, vinculada ao desejo de interferir para melhorar o bem estar social, podem e devem ser conectadas ou reconectadas.

Pessoas que desenvolvem a capacidade de aproximar a sabedoria popular, o conhecimento acadêmico e as relações com a sociedade por meio da atuação política, devem ser reconhecidas e seguidas. Poderíamos fazer uma relação de pessoas, com estas características, localizadas no decorrer da nossa história.

São pessoas que se tornaram figuras reconhecidas, foram e são amadas por uns e odiadas por outros. Algumas, destas figuras, se abstiveram de atuações que provem ligações, se calaram ou se mantiveram na segurança dos limites estabelecidos. Outras, que promovem transformações e mudanças significativas no comportamento social, foram perseguidas, presas e condenadas a pena de morte.

No atual momento histórico temos poucas pessoas socialmente reconhecidas, que se dedicam em ligar estas três dimensões, que devem orientar o comportamento humano. Uma delas, foi presidente do Brasil e está sendo, no início deste ano de 2016, motivação de manifestações de amor e de ódio. Fatos sociais, em que as pessoas entram em confronto físico para defender ou agredir líder, indicam a necessidade de mudar o comportamento, visando a transformação social que beneficie o conjunto das pessoas. Para que estas transformações positivas aconteçam, o comportamento deve estar orientado por referências que reconheçam a legitimidade e a necessidade da sabedoria popular, do conhecimento acadêmico e da ação que vise melhoria de bem estar coletivo.



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