- PARA MEDITAR - 02/03/2016

Postado por: Maria Vani Gehlen Ramos

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-"QUEM CRÊ EM MIM, AINDA QUE ESTEJA MORTO VIVERÁ". (Jo 20,22).
Nunca agradeceremos suficientemente o dom da fé. Necessária em todas as etapas da vida, a fé é de importância decisiva nos momentos de perda. Ela nos diz que a morte não é a última palavra. A vida continua depois da morte, a última palavra será da vida, que Jesus nos doou pela sua ressurreição.
Depois da morte, haverá um Pai de braços abertos para nos acolher. Mas é importante que sejamos conhecidos pelo Pai já nesta vida. A morte tornará definitivo aquilo que fomos em vida. Mais ainda: aquilo que tentamos ser em vida, pois o Pai aceita nossa boa vontade. A fé nos diz que a morte não é mais morte, que as trevas não são mais trevas. A morte é a passagem para a luz. Em quem Deus Pai encontrar traços de seu Filho, este será salvo. 
"Temam menos a morte e mais a vida insuficiente." 
Esta reflexão se encontra no livro: O tempo de Deus de Aldo Colombo.
Sabemos que este é um tema que nos desagrada. Sabemos também que é a única certeza da nossa vida.
Como encará-lo? Com temor ou esperança? A fé firme e madura nos ampara e nos faz aceitar com resignação e até com alegria.
Alegria, porque nos garante que veremos a Deus, face a face. 
O tempo presente, a quaresma, nos convida a refletir sobre o assunto. Jesus venceu a morte e nos deixou a certeza da glória e recompensa eterna. Façamos um balanço de nossa vida e exerçamos o mais difícil de tudo: O PERDÃO. Perdoar e ser perdoado é o papel do verdadeiro discípulo e seguidor de Jesus Cristo.

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