RS-324 x Secretário Pedro Westphalen

Postado por: João Altair da Silva

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Diz o produtor rural de Pontão e presidente do Sindicato Rural de Passo Fundo, Jair Rodrigues, “em alguns trechos da RS-324 não há como desviar dos buracos tem de escolher os menores e tentar passar por dentro para seguir viagem”.  É um problema do secretário estadual dos transportes Pedro Westphalen, tão lerdo nessas ações e tá ágil em outras,  nocivas à sociedade.

Os produtores rurais tiveram que parar a colheita para ir protestar na rodovia pedindo uma operação  tapa-buracos urgente.  E esse estado balofo, o 4º maior arrecadador de impostos da federação,  que existe para pagar folha e regalias, não tem se quer uma tombeira velha e algumas pás de asfalto para atender a uma atenção básica.  Empresas se recusam em enviar caminhões para entrega de mercadorias em Pontão e Ronda Alta devido a  precariedade de estrada.

No 2º ano de governo,  Sartori não conseguiu se quer realizar uma licitação para concessão da referida rodovia que diz ser prioridade, a 1ª a ser concedida para a iniciativa privada cobrar pedágio e pelo menos consertá-la.  Nem a lei foi criada. Porque não quis, pois aprovou projetos mais difíceis. Aliás, para aprovar esses projetos, nocivos à sociedade, ao setor produtivo,  aí o secretário Westphalen foi  ágil. Em poucas horas ele exerceu  uma das políticas, legais, mas da mais baixa qualidade e imoral, se demitiu  do cargo de secretário e, ligeiramente, toma seu  assento de deputado na Assembleia Legislativa, para ajudar a aumentar impostos. Com a mesma rapidez, após o golpe no  povo gaúcho, retomou  ao seu cargo no governo. Bom que se lembre,  fazendo coro com o  colega da agricultura, Ernani Polo. Pior ainda para dois políticos de um partido (PP) que sempre defendeu menos intervenção do estado e “pleno”  apoio à economia de mercado.

Ligamos para o DAER em busca de uma informação sobre a situação da RS-324. Nos pedem um e-mail com o pedido de entrevista. Em 30 anos de reportagem, jamais me deparei com essa exigência no DAER. É a imposição da burocracia para negar informação à sociedade. Não tem dinheiro para tapar alguns buracos, mas sim para manter casa de R$ 2 milhões para superintendente(caso de Bento Gonçalves) e dezenas de casas nas praias gaúchas para seus servidores.  

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