-Liturgia do quarto domingo da Quaresma - 06/03/2016.

Postado por: Maria Vani Gehlen Ramos

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-Salmo 33(34),9a. - PROVAI E VEDE COMO O SENHOR É BOM.
Ele é bom e misericordioso porque nos ama infinitamente e sempre nos perdoa e acolhe amorosamente.
Aproxima-se a grande festa cristã, a PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO, um Deus que vence a morte e consequentemente traz para todos nós uma Vida Nova e a certeza da Salvação. Ainda é tempo de nos reconciliarmos consigo mesmo, com os outros e com todas as situações que nos afastaram do convívio do Senhor. QUARESMA- perdão e recomeço.
Primeira leitura do livro de Josué 5,9a.1-12 - Celebração da Páscoa dos israelitas na terra prometida comendo os frutos desta terra e celebrando sua libertação por obra do Senhor Deus.
Segunda leitura - 2Coríntios 5,17-21 - nesta leitura Paulo afirma que, se uma pessoa estiver em Cristo, há algo novo nascendo. 
A existência da nova criatura implica novo modo de vida. Somos novas criaturas por causa da graça e a fé bem firmada em Cristo Jesus. A velha natureza que dominava e condenava foi substituída pelo novo. Cristo pagou nossa dívida e reina em nossos corações.. Nossos conceitos de vida foram renovados e tudo a partir de Cristo tem sentido novo. 
-EVANGELHO: Lucas 15,1-3.11-32
Este evangelho, a parábola do filho pródigo, sempre nos questiona muito e particularmente nos leva a pensar em qual situação nos enquadramos: o filho mais velho que nunca abandonou o seu Pai ou o filho mais novo que sai da casa paterna, fracassa e volta para o seu convívio recebendo o perdão de suas faltas? 
Sabemos que todos somos passíveis de erros e necessitamos da acolhida e do perdão inúmeras vezes. Tanto os filhos que ficam em casa, fiéis ao dever, porém, talvez mais por hábito que por amor e, portanto, incapazes de se alegrar com a volta de quem estava ausente e perdido e aqueles que buscaram, aventureiramente e prodigamente a sorte, indo para o mundo em busca de algo novo. 
Todos precisam do perdão, mesmo em medida e formas diversas. São felizes os que, humildemente, o reconhecem, sentem a necessidade de reconciliar-se com Deus Pai, converter-se sempre mais ao Seu amor e ao amor dos irmãos. 
PARA REFLETIR: Consigo reconhecer minha condição de filho muito amado de Deus? Quais os momentos mais difíceis para reconhecer esta condição?  

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