Desistam do Lula. Ou desistam do Brasil!

Postado por: Dilerman Zanchet

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* Dilerman Zanchet - Jornalista


Os assuntos pipocam. São vários. Tenho anotado pela ordem que, não necessariamente, se fazem destacar aqui nesse espaço. Claro que se publicar um por dia talvez conseguisse dar conta de todos, e sempre atualizá-los. Porém prefiro continuar escrevendo semanalmente para que as ideias que tento transmitir, ou opiniões, não se façam calar como a água da chuva na valeta.

Poderíamos destacar a polêmica em que se envolveu Marina Giolo, Primeira Prenda do Estado, ao dizer em um artigo que há maldade (sic) na avaliação de rodeios e eventos. Disse, em tom genérico e inocentemente, que muitos que estão no meio tradicionalista se aproveitam das entidades em que estão filiados para tirarem proveito próprio. Eu entendi a declaração e vou mais longe. Aqui, bem perto, tem gente assim. No entanto, como as provas geralmente são escassas e, subornantes e subornados, logicamente, não “são flores de se cheirar”, ela sofreu uma “pressão louca”, que só foi aliviada pelo fato de que milhares gaúchos e gaúchas de boa estirpe, que bem entenderam suas colocações, ficarem ao seu lado. Não preciso dizer que “os que se doeram”, queriam provas, nomes, etc. E os meus dedos ardiam. E estão coçando. Cuidado.

Outro assunto que não quer calar é o das manobras do PT para tentar calar Sérgio Moro. Fogem do Juiz Federal como o diabo da cruz. E as manobras são cada vez mais esdrúxulas, imorais e vergonhosas. Nem se fala em ética, coisa rara em muitos deles.

Um dos poucos petistas – dá até pena de sua sinceridade – que ainda pode-se ouvir e ou ler é Olívio Dutra. Sente-se acuado pela massa de manobra em que se transformou seu partido. Olívio é um dos fundadores do PT. Diz sentir vergonha do que se transformou a criatura. Nem precisa dizer o motivo. Tem vergonha na cara.

Dói nos ouvidos, porém, ver, ler e ouvir manobrados e manobristas tentarem desmentir, com as mais esdrúxulas opiniões e palavras, a atitude dos investigadores da Lava Jato, de Sérgio Moro, e por aí vai. Dói mesmo. Principalmente se soubermos que grande parte destes que o fazem são massa de cargos de confiança, pagos com o dinheiro público e retirados de seus departamentos ou casas, para confrontarem a verdade nas ruas das cidades em motivos de protesto. Aqui mesmo em Passo Fundo temos gente paga pelos cofres públicos que são assim.

Há, antes que alguém conteste sem saber: desejo que a justiça seja feita, doa ao partido que doer.

A última manobra é a da possibilidade de Dilma colocar Luiz Inácio em um ministério da República para que não seja preso pelo Moro. Uma manobra suja, tal qual seu governo, o dele e a cara dos que acham que isso é golpe.

Deus nos livre e nos ajude.




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