O golpe na bomba de combustível

Postado por: João Altair da Silva

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Assim como em qualquer categoria, inclusive, nas minhas de radialista e economista, há joio no meio. Em regra, os postos de combustíveis são empresas idôneas, mas de quando em vez enfrentamos alguns problemas onde nem mesmo um milagre contábil fecharia a equação. E nós consumidores somos muito desatentos, não temos o hábito de fazer conta quando se trata de centavos.

Fui abastecer num posto onde o preço anunciado da gasolina era de R$ 3,84 redondos, não havia nada além do numeral 4. Pedi para abastecer R$ 200,00. Foram colocados 51,2 litros no tanque. Paguei e fui embora. Ingênuo, fui fazer o cálculo depois. Ora, 200/3,84 = a 52,08 litros. Não fecha. O litro saiu por R$ 3,90. Fui logrado com 0,8 litro de gasolina, ou seja, com R$ 3,07. Parece insignificante, mas imagina se fazem isso com todos os clientes?

Em outra oportunidade, havia adquirido um carro há pouco tempo. Cheguei em um posto para completar o tanque. Outro posto. Nunca havia conseguido colocar mais que 56 litros. Naquele dia foram 64 litros para completar. Na pressa, paguei e fui embora. Dias depois fui olhar no manual. Era claro, capacidade do tanque 55 litros.

Vou deixar de ser ingênuo. A partir de agora vou agir diferente. Sei quanto vai de gasolina no meu carro. Não me logram mais na quantidade. Abasteço, pego o celular e faço a conta na frente do frentista. Se necessário vou chamar o Inmetro. Recomendo aos leitores que façam o mesmo. Não é possível que esse abuso persista na cidade.   

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