Que vergonha, Governador!

Postado por: Dilerman Zanchet

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Senhor Governador do Estado do Rio Grande do Sul.

Entendo que deveria copiar, aqui, e colar um artigo escrito mais ou menos à esta época, no ano passado, quando me referi à seu cargo e aos atos administrativos que ainda não havias tomado, mesmo em se passando um período razoável à frente do governo estadual.

Não farei isso em respeito aos meus leitores, mas vou refrescar um pouco a sua mente, uma vez que o que estás fazendo, juntamente com seus secretários e assessores, não é, no entender da maioria dos gaúchos, uma atitude das mais inteligentes quando se trata de cuidar da “coisa pública” – entenda-se finanças, administração, patrimônio e pessoal do RS.

Pois bem. Lembro que o fato resumia-se a vender ou fechar algumas autarquias deste Rio Grande que já foi rico, que já foi mais produtivo, e realizar uma ampla reforma administrativa a fim de que os funcionários públicos - entenda-se principalmente militares, professores e policiais, pudessem receber seus salários de forma digna, já que é de forma digna que a maioria deles cumpre sua função para com o Estado.

Quando há um acordo, há uma parceria, há um contrato de prestação de serviços, as partes estão definidas de que um presta o serviço e o outro paga para tal.

O que está acontecendo é que, até agora, uns prestam o serviço e outros pagam quando der, ou quando querem.... Ou quando podem. Isso é errado.

Senhor governador: Se a situação do Rio Grande do Sul é tão caótica assim e que lhe esconderam antes da campanha de 2014, e se o senhor e seus comandados não se sente competente ao ponto de resolver a situação, peça pra sair.

É muito mais bonito, mais fácil e mais moral e ético o senhor sair pela porta da frente, com um cartaz dizendo: “Desculpa Rio Grande, eu não consegui governar este Estado”, do que enganar pais de famílias e responsáveis, que no final do mês esperam seus salários, justos ou não, e recebem uma “merreca” na conta bancária.

Isso é dignidade.

Senhor governador: Se você não consegue administrar um estado falido, porque se candidatou.

Ou não sabias que o Rio Grande estava literalmente quebrado?

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