O legado olímpico

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A realização dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro foi motivo de longo debate desde o anúncio do Brasil como sede corrido em outubro de 2009 em Copenhagen, na Dinamarca. Desde então, a aposta era de que o país não tinha condições de receber o principal evento esportivo do planeta. Concebido ainda na administração do ex-presidente Lula, sob o comando - na ocasião - do então ministro do esporte Aldo Rebelo, a primeira edição das Olimpíadas realizada na América do Sul foi um sucesso comemorado pela imprensa internacional.

O sucesso de público comprovou que o projeto concebido no início da década de 2000 deu frutos. O Brasil e o mundo vibraram com os jogos, com a organização e com a energia do povo brasileiro. Apesar dos reclames, o Brasil, em especial o Rio de Janeiro, saem vitoriosos nesse simbólico e marcante episódio da história. Além de melhorias viárias (com novas avenidas, ampliação do metrô, trem elétrico e instalações esportivas), o Rio ganha destaque mundial e se mostra para o mundo como importante centro cultural.

Para o Brasil fica a sensação de dever cumprido, de que conseguimos fazer igual ou até melhor do que outros tantos países do mundo e, principalmente, de que o país pode ser assumir o papel de protagonista no cenário internacional. Além de disseminar a prática esportiva e quebrar barreiras, ao revelar importantes talentos (principalmente provenientes de comunidades pobres), os nossos jogos olímpicos marcam uma virada e uma aposta de sucesso no que há de melhor em na nação, o povo.  

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