Segurança começa na Igreja

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O Estado do Rio Grande do Sul está em polvorosa. Secretário de segurança Jacini, que é delegado de Polícia Federal, pediu demissão. Populares amanheceram protestando em frente a casa do governador Sartori. Em Porto Alegre, mataram 407 pessoas nos primeiros seis meses do ano. Final de semana está chegando e ficamos a esperar quais os bancos serão explodidos? Um protutor de leite aqui da região parou com a atividade porque teve 70% de suas vacas furtadas.

A insegurança, no entanto, não é só aqui. No Brasil matam 60 mil pessoas por ano. Em 10 anos, são 600 mil. Em 20 anos, um milhão e duzentas mil pessoas são assasinadas no país. É uma guerra civil sem precedente. Ficamos estupefatos com a morte de 250 mil sírios nos últimos anos, 250 mil pessoas no Brasil são mortas em pouco mais de quatro anos, nas ruas.

Fico ouvindo colegas da imprensa e políticos falarem na necessidade de contratação de policial, de pagamento de horas extras para aumentar o efetivo. Efetivo grande só resolveria se tivesse um policial em cada rua. Não é a coerção que vai resolver o problema da segurança.

Tenho observado nos últimos anos que todas aquelas crinças e jovens que frenquentam movimentos de Igreja, CLJ, ONDA, apenas para citar dois da Igreja Católica, jamais se encaminharam para a criminalidade. É que eles aprenderam a distinguir o que é certo e o que é errado. Uma pessoa que frequenta a Igreja, seja qual for, não entrará no mundo do crime. Nas casas de recuperação de drogados a Bíblia é a principal ferramenta de apoio. As Igrejas estão aí de portas abertas, é uma ferramenta gratuíta.

Fora disso o que pode ajudar é a prevenção a entrada de drogas no país. Ontem, quinta-feira, 15h, sol, na Gare (parque de Passo Fundo), 16 jovens estavam sentados fumando maconha até a chegada de uma patrulha da Brigada Militar. Ali estavam 16 candidatos a morte. Mais tarde vão matar para sustentar o vício ou morrerem porque não pagaramas dívidas com traficantes.  

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