Votar bem: exercício de cidadania e compromisso social

Postado por: Ari Antônio dos Reis

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Está chegando ao final a campanha eleitoral nos municípios brasileiros. Durante 45 dias os candidatos ao executivo e legislativo municipais apresentaram suas propostas à população abrindo um canal de diálogo. A democracia representativa permite que cidadãos deleguem a outrem a autoridade para administrar o município ou legislar sobre o mesmo. Ao eleger o prefeito e vereadores estaremos dando a eles “uma procuração” para cuidar dos interesses do nosso município.  Cabe aos cidadãos averiguar a melhor proposta e definir o seu voto.

 Circularam nas redes sociais várias campanhas chamando atenção para as consequências de vender o voto, crime também previsto em lei. Esperamos que estas campanhas tenham surtido. Quem se propõem a comprar votos para se eleger não está interessado no exercício do poder político como serviço ao bem comum, mas em possíveis benesses que o cargo possa lhe trazer. Quem vende o voto está virando as costas ao restante da população.  Está trocando um direito constitucional por “alguns trocados”. Está vendendo a sua cidadania. Não é exagero dizer que quem vende voto é tão criminoso como quem o compra.  

Daremos um passo significativo. Teremos a oportunidade de escolher nossos representantes. Façamos uma boa escolha seguindo os critérios da ética, capacidade de trabalho, compromisso com o bem comum, boa administração.

 O passo posterior é o acompanhamento do mandato dos eleitos em nome do bom exercício da democracia e da política voltada para o bem comum.

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