Bebidas isotônicas X bebidas energéticas para a prática esportiva

Postado por: Jureci Machado

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É comum com a chegada do verão aumentar a procura por bebidas com características  de hidratação e reposição energética, mas afinal de contas quando procurar esses produtos? Qual seria o melhor? Serve para minha rotina diária?

Qual a diferença entre as duas?

A principal característica das bebidas energéticas são, basicamente, fontes de carboidratos (muitas vezes são associadas com outros compostos, como glutamina e vitaminas) que ajudam na performance esportiva por fornecer energia necessária  ou extra  para a prática em questão. Além de servir como o principal combustível energético, o carboidrato desempenha outras funções importantes, como: efeito poupador de proteínas (evitando eu as mesmas sejam usadas como fontes de energia) e função energética do sistema nervoso central. Essas bebidas vão contribuir com o acúmulo de glicogênio e reconstrução do músculo e ainda fornecer energia.

Já os isotônicos, também chamados de bebidas esportivas são bebidas cuja função é repor os minerais perdidos pela transpiração durante a atividade física submetidos ao esforço físico intenso, que podem ser indicadas para consumo após 90 minutos de atividade. São bebidas à base de água, s minerais e carboidratos de rápida absorção, que recuperam os eletrólitos perdidos  e melhoram a hidratação. Eles possuem formulação semelhante ao plasma sanguíneo, o que facilita a absorção. A água de coco, por exemplo, é considerada um isotônico natural, por ser rica em potássio e sódio e contribui para repor os líquidos

Quando há perda de minerais pela transpiração (eletrólitos) há desequilíbrio na absorção da água podendo aumentar a desidratação.

Importante não confundir repositores energéticos destinadas à prática esportiva com bebidas energéticas estimulantes, que contêm substâncias que agem no sistema nervoso central, como cafeína, ioimbina e glucoronolactona. Em doses elevadas, as bebidas estimulantes podem gerar nervosismo, ansiedade, insônia, tremores e até distúrbios neurológicos, da mesma forma que o excesso de café, guaraná, etc. Os estimulantes, apesar de darem sensação de pique ao corpo, não devem ser usados como repositores energéticos.

É importante buscar a orientação de um profissional para avaliar a necessidade de utilização, além de identificar qual o tipo, dosagem e frequência.

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