Segundo Domingo do Advento

Postado por: Maria Vani Gehlen Ramos

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Florescerá em seus dias a justiça, e a abundancia da paz até que cesse a lua de brilhar. Salmo 71(72),7
Chegamos ao término de uma semana que comoveu a humanidade toda, principalmente nós brasileiros. Ninguém ficou insensível aos acontecimentos tristes com que foram acometidos nossos irmãos de Santa Catarina, nossos irmãos de Chapecó.
Todos nós avaliamos, com certeza, a nossa caminhada neste mundo e colocamos na balança o que vale e também o que não é importante na nossa vida. Somos vulneráveis e finitos. Tudo pode acabar numa fração de segundos, assim sendo, e assistindo a comoção durante a semana toda de tantas pessoas irmanadas num mesmo sentimento: a solidariedade, o acolhimento e o amor, a carta do apóstolo Paulo à comunidade de Coríntios 13,1-13 nos coloca que, o que importa na nossa existência é a fé, a esperança e o amor. Sem isso nossa existência é inútil e vazia.
A liturgia deste segundo domingo do Advento, na figura de João Batista, nos convida, essencialmente a conversão. João Batista nos alerta a rever nossas atitudes. A voz que grita no deserto é a voz da nossa consciência, a voz dos sofredores e dos sem voz que pedem mais justiça e dignidade.
Rezemos pelo nosso Brasil, pelos brasileiros, que também pedem justiça, igualdade, trabalho digno, saúde e educação para seus filhos. 

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