As voltas do mundo ao redor de Lula!

Postado por: Dilerman Zanchet

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A frase é conhecida, praticamente um jargão. Refere-se ao fato de que, “aqui se planta, aqui se colhe”, ou, “você colhe o que planta”. E por aí afora.

O contexto de uma frase, dita no momento que pode não ser o mais adequado, soa como uma bomba. Ou um teco. As frases ditas por pessoas de influência nacional ou internacionalmente prospectam o quanto podem ser contestadas, recém-proferidas. Ou caídas no esquecimento. No ostracismo.

Vejamos: “Não tem ninguém, neste país, mais honesto que eu”.

Quem disse esta frase, há dois ou três anos, e repetiu-a incessantemente nos últimos 12 meses, é um cidadão comum. Na verdade, não tão comum assim porque tem séquitos seguidores e defensores de uma moral que só é boa, só é verdadeira, enquanto lhes aprouver.

A pessoa “mais honesta do Brasil” está respondendo atualmente, por pelo menos três ações, e suspeito em outras cinco (até a conclusão deste artigo, pois na hora em que você estiver lendo-o, a quantia pode ter aumentado). É acusado formalmente pelo Ministério Público Federal, através de investigações da Polícia Federal, em três casos específicos na Operação Lava-Jato: Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Ora, para uma pessoa que tornou-se conhecida no mundo todo graças ao fato de ter sido projetado por um sindicato (dizem que até trabalhou em metalúrgica, mas foi logo alçado à posição de sindicalista) e chegou à Presidência da República, Lula foi um meteoro. O projeto de auxiliar a população de baixa renda, ao invés de oferecer condições dignas de trabalho a eles, foi tratado como um milagre. Talvez semelhante à multiplicação dos pães. Não sabiam, os seus prospectores infundados, que estavam diante de um homem comum. Como todos. Sujeito e passivo a críticas.

Endeusaram-no. Colocaram-no em um pedestal inalcançável para os mais necessitados.

Quem lhe aprova?

Quem lhe endeusa? Os ricos. Grande parte do funcionalismo público federal, professores universitários, principalmente os centros formadores da esquerda, e os socialistas de IPhone e carro importado.

Os intelectuais do Brasil são, em sua maioria, seus séquitos. E a minoria que não lhe é simpática é esquecida, preterida nas universidades, deixadas de lado diante do corporativismo da esquerda brasileira.

Os que não compactuam com seus ideais (?) têm a cabeça a prêmio todos os dias. A bandeja é oferecida pelos socialistas.

Mas, voltando ao assunto anterior: Os que tanto pediram a prisão de Eduardo Cunha, pelas falcatruas que fez e pelo impeachment, não querem saber (não todos) das do Lula. Fazem de conta que não acreditam.

Atribuem à perseguição, golpe da mídia, fascismo, etc... Porém esquecem que fascismo, na tua intelectualidade, é coisa da esquerda radical, ou seja, nem ler direito aprenderam. Chegam a afirmar que toda a investigação da PF e do MPF são convicções e conjecturas. 

Enfim, está caindo de maduro o pedido de prisão de Lula. De o homem “mais honesto do Brasil” até a cadeia em Curitiba, a questão é de dias.

O mundo dá voltas, realmente.

Que não vá sozinho. Reservem espaço para Renan, Temer e todos os que, se comprovados, usurparam o dinheiro do brasileiro. 

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