Consumo de açúcar e doença de Alzheimer

Postado por: Jureci Machado

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A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo atingindo geralmente pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

No Brasil, estima-se que haja 1 milhão e 200 mil pessoas  sofrendo com a doença de Alzheimer.

O cérebro utiliza como fonte energética a energia proveniente da glicose, no entanto, níveis elevados de açúcar podem impedir o cérebro de utilizá-lo como combustível, e torna-se com características tóxicas, semelhante ao que percebemos com a diabetes tipo 2 .

Nesse caso, o consumo excessivo de carboidratos pode ser ruim porque eles impactam o metabolismo da glicose e insulina, já que os carboidratos ao serem digeridos se transformam em glicose.

Os níveis elevados de glicose podem afetar vasos sanguíneos do cérebro e desempenhar um papel importante no desenvolvimento das placas amiloides beta (proteínas tóxicas para a saúde cerebral) que são encontradas nos cérebros de pessoas com Alzheimer, e que podem ser a principal causa da doença.

Portanto, moderar o consumo de açúcares é sempre a melhor alterativa como fatores de prevenção e ainda evitar os alimentos refinados por alterarem diretamente esses níveis.

Incluir no cardápio cereais integrais como aveia, linhaça, quinoa, gergelim são sempre ótimas alternativas para  minimizar o impacto da glicose na circulação .

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