Um novo ano imaginário

Postado por: Israel Kujawa

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A passagem cronológica, com destaque especial para a transição dos anos, é propícia para pensar e avaliar o ano que está findando. Este comportamento se apresenta como um canal de possibilidades para imaginar, projetar e sentir o início do novo.  Os acontecimentos, as opções, as influências ou imposições são aspectos relevante para um entendimento adequado das condições individuais e dos grupos nos quais as pessoas convivem.

Os acontecimentos que mais impactam as trajetórias individuais, devem ser destacados, rememorados, avaliados e agregados. O foco imaginativo em novas experiências criativas é extremamente relevante para que as mesmas sejam um desdobramento marcado pelo protagonismo de quem conseguiu imaginá-las. As pessoas que abdicam do exercício consciente de projeção simbólica, materializada em pensamentos e palavras estão mais propensas a vivenciar experiências decorrentes de influências. Deste modo, suas individualidades e suas singularidades, são desprestigiadas.

As opções são decorrentes de influências, nem sempre identificáveis por quem faz ou por quem analisa externamente as mesmas. Em um grau de interferência mais intenso aparecem as imposições da biologia e dos contextos sociais, conhecer adequadamente as mesmas é condição para a realização de opções com maior grau de protagonismo e de previsibilidade.

Um “ano novo”, pode ser apenas mais um ano. Para ser percebido como novo, deve ser imaginado em experiências inovadoras, com novos focos e novos acontecimentos. Estes, por sua vez serão concretizados, se além de imaginados, são projetados, planejados e executados. Além disto, a análise da passagem cronológica, simbolizando a transição do ano que está começando, auxiliará na imaginação, projeção e concretização do novo ano.

 

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