Afinal, quem tem medo de “puliça”?

Postado por: Dilerman Zanchet

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A ausência da força policial no Espirito Santo, promovida pela paralisação das atividades da Polícia Militar e com o apoio de policiais civis, engessaram um estado que, se não grande pelo tamanho territorial, tornou-se eficiente em se comparando com os demais da União, pela força de seu povo e pelas belezas naturais que dispõe.

O Espirito Santo, desde o início da noite de domingo, tornou-se um estado sem lei. A bandidagem desceu do morro (gíria carioca) e se mostrou capaz.

Capaz de saquear, de matar, de queimar, de assombrar, literalmente, a população capixaba. Que horror.

Quem tem medo de “puliça”?

Quando os adeptos da esquerda radical e imperiosa, que culpam o neoliberalismo, os empreendedores, os governos, de formarem núcleos onde o bem comum deveria ser a tônica do regramento da vida, promove-se uma divisão do mal contra o bem, ou vice-versa.

Porém, nestes casos, onde o marginal é livre para bater, saquear, arrombar e destruir o patrimônio, seja público ou privado, os esquerdinhas da classe média alta não se manifestam. Jamais vão dar a cara a bater, para assumir que falharam em sua hipócrita ideologia e que o vocabulário que aprenderam quando doutrinados pelos pseudo intelectuais, não mais é compreendido.

Aqui no Rio Grande do Sul, há alguns dias, vimos marginais renderem várias pessoas em assalto a três, disse três agências bancárias. Fizeram da população um cordão humano para fugirem. Roubaram muito e provocaram pânico.

Quem tem medo de “puliça”?

Na segunda-feira, um grupo atacou na cidade de Miraguaí. Além de roubarem a viatura da BM, amarraram o sargento no capô e o carregaram por vários metros. Depois atearam fogo no carro.

Quem tem medo de “puliça”?

Na Capital, um policial da Força Especial teve sua arma roubada por um ladrão. Em plena via pública.

Quem tem medo de “puliça”?

Aqui próximo, em Sarandi e Getúlio Vargas, presidiários tomaram os presídios em motins, com incêndios e mortes. Uma investigação daqui, outra dali e algumas transferências.

Quem sofre são os agentes penitenciários que, além do acúmulo de tarefas, baixos salários e medo constante, ainda são taxados de inconsequentes.

E, pasmem: Não podem entrar nos pavilhões carcerários, que são dominados pelos bandidos.

Quem tem medo de “puliça”?

Uma sugestão para combater o crime? Chamar a deputada aquela, defensora dos bandidinhos, que tem vagabundos de estimação em seu quintal. Que dá guarida para ações dos mais nefastos casos e tipos e ainda tem respaldo parlamentar para não precisar responder pelas suas ações. Ela e a corriola que a defende.

Não vai ser surpresa se o Exército ou a Força Especial, recém-chegados ao ES, atirarem em algum vagabundo, saqueador, bandido, e a “queridinha”, que anda com carro blindado, ir à tribuna condenar o uso da força.

Afinal, quem tem medo de “puliça”?

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