A Rua Independência é da cidade

Postado por: Ronaldo Rosa

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Toda a cidade tem o seu ponto noturno, onde quem gosta de sair a noite, frequenta. Sem dúvida, a Rua Independência, há muitos anos, é esse ponto, em Passo Fundo. A prefeitura realizou importantes investimentos no local, melhor iluminação, bancos, calçadas, para dar mais comodidade e bem estar aos frequentadores. Apoio a presença da Brigada Militar na área, mas é bom deixar bem claro que a Independência é da cidade e as pessoas tem todo o direito a usufruir dos espaços públicos, em harmonia com os comerciantes estabelecidos, que também foram privilegiados com os investimentos. Não precisa a BM estar toda a hora fazendo barreiras no local, constrangendo, indistintamente, todos que estão na rua, basta cumprir o seu papel primordial que é o policiamento preventivo, ou seja, o comando pode destacar, 4 ou 5 policias, ao longo da Rua, nem precisa eles fazerem nada, tenho certeza que só a presença irá garantir a ordem e o respeito. Os comerciantes têm direito, assim como a população e a BM não existe para servir a interesses e sim para mediar o entendimento.

Restrição de visitas no presídio

Como medida de precaução, diante da crise no sistema penitenciário brasileiro, as visitas aos apenados, no presídio regional de Passo Fundo, estão restritas, na verdade sempre foram, mas agora, ainda mais. Somente familiares de primeiro grau estão tendo acesso, demais familiares e amigos, reclamam desta situação. Do ponto de vista social é ruim esta restrição, mas pela questão da segurança, se entende. Tomara que este cuidado sirva para evitar problemas maiores, pois o problema maior não está nas visitas, mas, muitas vezes, no que acontece dentro da cadeia, o que, se o Estado fosse competente, não aconteceria, mas enfim, vivemos num país onde se ataca o problema lá na frente e não na sua raiz.

Greve de servidores públicos

Sou contra greve de servidores públicos, seja a categoria que for. Em minha opinião é uma covardia com a população em geral, pois o governo, ou quem está nele, não sente tanto os prejuízos, como o povo. O que aconteceu no Espírito Santo é uma barbaridade, um teatro, uma encenação, de policiais e familiares, que gerou a morte, irresponsável, de centenas de pessoas, entre elas muitos inocentes. Não tem como apoiar este tipo de manifestação. O Governo tem que ser enérgico e exemplar, identificando os líderes e expulsar alguns deles da vida pública. Reclamam tanto das condições de trabalho, do salário, mas querem ficar, não procuram, pela  sua própria capacidade, uma profissão melhor, como se estado fosse um saco sem fundo, que pudesse atender todas as reivindicações, lamentável.

 

Dizem por aí... Que entidades esportivas se preparam para assumir o abandonado Parque da Efrica. Será verdade?

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