Tradição que se garante

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Nos dias atuais, quando entramos em uma entidade tradicionalista, podemos perceber o quão bonito é ver avôs e netos conviver num mesmo ambiente. Ao entoarmos o Hino de nosso estado com bravura, podemos perceber o quão diferente é nossa tradição e nossa cultura. Ao ver tremular o nosso pavilhão tricolor, podemos perceber a amplitude do sentimento de nativismo dentro de nós.

Quando ouvimos falar do nosso Rio Grande do Sul, impossível não lembrar do chimarrão, do bom e velho churrasco, do respeito aos mais velhos, da hospitalidade, da música de raiz e da genuinidade do gaúcho, deste povo acolhedor que perpassando os tempos foi moldado a pata de cavalo e firmou as raízes da tradição.

Em 2017, comemorando 70 anos da criação da chama crioula, maior ato realizado pela juventude dentro do Movimento Organizado, percebemos que o pilar da tradição foi moldado e perfilado com muita garra e valentia. Em 50 anos de MTG, temos a honra em dizer para todo o mundo que nosso movimento é sadio, com valores antigos, tendo certeza que as intempéries da atual sociedade não estão presentes e afirmamos para todos que frequentamos e vivemos em um local onde não precisamos de “luzes apagadas” para sermos felizes. 

Os diferentes povos que vieram para o Rio Grande, formando essa “Arca de Noé mundial” tornaram nossa tradição um firme palanque cravado no garrão da pátria brasileira, fazendo valer a frase de Ângelo Franco: “A autenticidade é a maior diferença entre aqueles que são e os que tentam ser”, pois nosso povo despertou, liberou um grito no brado mais forte que as próprias raízes e hoje faz com que tenhamos o poder, que não sentemos e esperemos pelo milagre, mas sim que sejamos nosso próprio milagre, que façamos valer cada dia vivido e cada novo amanhecer.

E para seguirmos mudando, seguirmos em evolução, devemos manter uma frase de Buda em nossos pensamentos: “A lei da mente é implacável.  O que você pensa, você cria; O que você sente, você atrai; O que você acredita, torna-se realidade”. Portanto, devemos acender a chama da tradição dentro de nossas vidas para depois ajudarmos todos com um só objetivo em prol de nossa tradição. 

 

 

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