08 de Março, Dia Internacional da Mulher - Gravidez: cuidados ao dirigir

Compartilhe

Neste dia especial devemos render nossas homenagens a todas as mulheres que, fundamentado no amor à natureza, nos trouxeram ao mundo. E, como tal, manifestamos nossa preocupação com elas e a sua segurança de dirigir, especialmente quando no período de gravidez, onde dois seres estão em perigo.

A gravidez é um momento de muita alegria e, por outro lado, de muita preocupação com a futura mamãe. Entre elas, sem dúvida, são os cuidados que as gestantes devem adotar quando estão dirigindo um veículo, ainda mais com graves situações de riscos em face de um intenso trânsito.

É importante ressaltar, desde já, uma notícia de impacto: 30% das lesões ao feto são causadas por acidentes, e principalmente relacionadas ao óbito materno. Esses aspectos, por si só, nos conduzem à certeza de que devemos nortear nossas ações à segurança da mamãe e do bebê!

Pois bem. Na sequência, eis algumas observações que devem ser adotadas: nos assentos traseiros do veículo existe um local destinado ao meio e, ao contrário da crença popular, este não é o mais seguro, pois está equipado somente com cinto abdominal. Neste caso, coloca em risco a mulher grávida tendo em vista que permite a flexão do tronco. Com isso, resta evidente que o local mais apropriado no veículo é onde se localizam os cintos de três pontos; este, por sua vez deverá ser utilizado mantendo-se a faixa abdominal baixa, bem como a faixa diagonal deverá cruzar o meio do ombro e passando entre as mamas.

Outro aspecto de fundamental importância, diz respeito a um procedimento injusto praticado pelas mulheres: muitas vezes colocam uma almofada ou toalhas entre o cinto e o corpo. Ledo engano. Grave equívoco. Isso poderá trazer riscos em caso de acidente ou freada brusca, pois os mesmos podem permitir o deslizamento do corpo quando o cinto de segurança trava.

Por outro lado, os ensinamentos doutrinários da medicina apontam, que embora não venham existir restrições quanto aos atos de uma mulher grávida, os mesmos recomendam que após 36 semanas de gestação, a referida gestante venha parar de dirigir, pois qualquer susto ou situações adversas no trânsito podem provocar contrações abdominais, levando-a, com isso, a um eventual trabalho de parto.

Destaca-se, que neste contexto, existe uma grande possibilidade de queda de pressão e uma diminuição dos reflexos. Frisa-se, que estradas ruins, jejum, calor ou frio excessivo, também podem gerar uma situação de desconforto. Por evidência, esses aspectos poderão contribuir para um acidente; e, como tal, com graves repercussões na saúde dela, do bebê e de terceiros.

Devemos dar ênfase, ainda, que o tamanho da barriga nesta fase é outro fator que impede a mulher de dirigir, pois devemos levar em consideração que a distância entre a barriga e o volante deve ter no mínimo 15 centímetros.

Portanto, neste dia especial a mulher não pode deixar de ignorar a possibilidade de ser mãe e, partir desta realidade, deverá ter em mente as limitações quanto ao uso do veículo em face das graves consequências que poderão gerar a todos.

 

 

   

Leia Também Fusca e outros motores GPS é medida útil é barata para o Interior Consciência negra, consciência política! (1) Quem será o novo Presidente do Brasil em 2018?