Servidores raivosos com o governo descontam na população

Postado por: Ronaldo Rosa

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É compreensível que os servidores públicos do Estado não estejam felizes com a atual situação, em virtude de estar recebendo atrasado e parcelado, isso sem falar na falta de valorização imposta, ao longo dos últimos governos. Entretanto, é preciso ter cuidado para não perder a noção das coisas e descontar na população, que não tem culpa, paga seus impostos e também está sofrendo com a situação. É muita reclamação quanto ao atendimento em todas as áreas, na segurança pública, na saúde, na educação... Os servidores estão mal humorados, com pouca vontade de dar uma simples informação e, em alguns casos até tratam o cidadão com falta de respeito. Claro que é uma minoria, mas é preciso fazer esse alerta, até mesmo os colegas mais conscientes, que percebem isso, devem chamar a atenção do colega e se for preciso levar ao conhecimento da chefia. Daqui um pouco ninguém mais se entende, os servidores querem ser valorizados, mas não é só direitos, atender bem a população é um dever.

 

Bandidos estão muito bem informados nos ataques aos municípios pequenos

Sem dúvida vivemos um momento crítico na segurança pública. Os marginais sabem disso e se aproveitam desta precariedade. Ainda por cima estão muito bem informados, pois os ataques, como esse a duas agências bancárias, em Fontoura Xavier e tantos outros, teve informações privilegiadas de pessoas das próprias cidades e não é de se duvidar de gente da segurança pública mesmo. Em todos os setores, tem os bons e tem os ruins e por dinheiro muitos se vendem e facilitam as coisas, afinal pensam que com isso só tem a ganhar e não se sentem responsáveis por incidentes mais graves que venham a acontecer. Portanto, não basta apenas prender os criminosos, a investigação tem que ser bem feita, para identificar outros que estão por trás das ações.

 

Só a Igreja para recuperar presidiários

O trabalho que as Igrejas fazem dentro dos presídios e a Bíblia, tem sido as principais ferramentas para recuperar pessoas que cometeram crimes e cumprem pena de privação de liberdade. O sistema carcerário está falido, como reconheceu o próprio secretário de segurança pública do Estado. Cadeias sem as mínimas condições, todo mundo misturado, não fosse pela fé a coisa estaria muito pior. A atual conjuntura do sistema penitenciário não ressocializa ninguém, pelo contrário, a maioria vai sair pior do que entrou.    

 

Caso do goleiro Bruno desperta indignação

Condenado há 20 anos pela morte de Eliza Samudio, o goleiro Bruno, que teria assassinado, ocultado o cadáver da mulher, foi solto seis anos após a barbárie e está pelas ruas, livre para retomar a sua vida e passar uma borracha no passado. Se isto aconteceu é porque a lei prevê e não tem, pelo menos no papel, nada de errado, mas não deixa de ser um exemplo para a sociedade, que poderá motivar ou evitar que outros casos semelhantes venham a acontecer. No programa Frente e Verso deste sábado, pela Rádio Planalto, este tema estará em debate. É justo ou injusto liberar um condenado desta natureza? Ele deve ficar preso até morrer ou merece a chance de provar que se arrependeu e retomar a sua vida? Participe com sua opinião. O programa vai ao ar a partir das 10h.

 

Dizem por aí... Que os banqueiros irão começar a abrir mão dos seus lucros exorbitantes, para investir mais  na segurança dos clientes e funcionários. Será verdade?

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