"Azar é de quem morre"

Postado por: Ronaldo Rosa

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Na minha carreira de repórter policial, fiz a cobertura de muitas investigações de crimes, como homicídio e em inúmeras vezes me deparei com processos que terminaram com o morto sendo o culpado, ainda mais que morto não fala. Por isso que este dito, “azar é de quem morre” é correto e se encaixa em várias situações, como em recentes crimes ocorridos em Passo Fundo, onde ninguém foi indiciado e a conclusão é que o homicídio aconteceu devido à reação da própria vítima. Assim todo muito fica bem na história, exceto claro, quem partiu e seus familiares e mais um caso resolvido rapidamente.

 

Cuidado com o vice

Uma proposta no Congresso visa acabar com a figura do vice. Se for aprovada, não teremos mais o vice-prefeito, vice-governador e vice-presidente. Até acho uma boa e simpatizo com a proposta. Sem dúvida que esta iniciativa agora tem tudo a ver com a traição ente Dilma e Temer. Enquanto isso não acontece, muito cuidado com o vice, afinal pode ser um aliado ou um grande inimigo. Na hora de fazer uma chapa tem ver bem esta composição. Como falei em outro momento, para ganhar uma eleição se unem até com o Diabo, depois da nisso que deu entre PT e PMDB.

 

Reeleição também deve ser revista

Nesta mesma linha, as autoridades competentes poderiam mexer no instrumento da reeleição. Se para o executivo só pode concorrer uma vez, defendo que para o Legislativo deve ser a mesma coisa. Dois mandatos é o suficiente, depois o camarada abre espaço para gente nova e segue adiante e concorre para outros cargos.

 

Duro golpe para o nosso futebol

A queda do Passo Fundo e também do Ipiranga de Erexim, foi um duro golpe para o futebol do norte do estado do Rio Grande do Sul. A elite do futebol gaúcho vai ficar capenga na disputa de 2018, pois vamos ficar esquecidos aqui nesta região, uma pena. Bom, mas é fato e agora temos que pensar para frente. O Passo Fundo precisa se refazer, pontuar bem os erros deste ano e não repetir mais, principalmente quanto a contratações de jogadores sem qualquer relação com a cidade e com a forma de jogar daqui. Precisamos resgata a garra, a disposição tão característica do nosso futebol. Temos também o nosso Gaúcho, que estreia com vitória na segundona. Quem sabe este não seja o ano do Gaúcho. Estamos na torcida pelo periquito do Boqueirão.

 

Dizem por aí... Que devido à experiência mal sucedida, de trazer jogadores de longe, para o próximo campeonato a base do Passo Fundo será formada por jogadores da terra. Será verdade?

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