Psicologia hospitalar

Postado por: Caroline Garcia Silva

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Quando a pessoa adoece, toda a sua subjetividade se depara com uma nova realidade, a doença. Muitos aspectos psicológicos acabam se revelando no paciente, na família e até mesmo na equipe profissional. A família e os amigos, acabam não suportando ver o paciente angustiado, e logo querem apagar, negar, destruir esta angústia.

A psicologia hospitalar acaba proporcionando uma relação do doente com o seu sintoma. Existe uma conversa que é a porta de entrada para o mundo de significados e sentidos. É importante que a pessoa que se encontra adoentada possa dizer, quais são os seus temores, dores, revoltas, fantasias e expectativas.

O psicólogo hospitalar acaba direcionando a sua atuação a nível de apoio, atenção, compreensão e suporte ao tratamento, clarificação dos sentimentos, esclarecimentos sobre a doença e fortalecimento dos vínculos familiares.

O psicólogo hospitalar é aquele membro da equipe de saúde que possui um estetoscópio para auscultar o silêncio do sofrer. (SELMA citado por CAMON E VALLE, 2004).

A psicologia hospitalar considera o ser humano em sua globalidade e integridade, única em suas condições pessoais, com seus direitos humanamente definidos e respeitados. (CAMON, 2003).

 

 

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