Psicologia Jurídica

Postado por: Caroline Garcia Silva

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Psicologia Jurídica é uma das denominações da Psicologia que se relaciona com o sistema de justiça. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo que atua nesta área realiza as seguintes atividades: colabora no planejamento e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e execução de políticas de cidadania, direitos humanos e prevenção da violência; avalia as condições intelectuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos em conexão com processos jurídicos, seja por deficiência mental e insanidade, testamentos contestados, aceitação em lares adotivos, posse e guarda de crianças; atua como perito judicial nas varas cíveis, criminais, Justiça do Trabalho, da família, da criança e do adolescente, elaborando laudo, pareceres e perícias, para serem anexados aos processos; orienta a administração e os colegiados do sistema penitenciário sob o ponto de vista psicológico, usando métodos e técnicas adequados, para estabelecer tarefas educativas e profissionais que os internos possam exercer nos estabelecimentos penais; atua em pesquisas e programas sócio-educativos e de prevenção à violência, construindo ou adaptando instrumentos de investigação psicológica, para atender às necessidades de crianças e adolescentes em situação de risco, abandonados ou infratores; elabora petições sempre que solicitar alguma providência ou haja necessidade de comunicar-se com o juiz durante a execução de perícias, para serem juntadas aos processos; realiza avaliação das características das personalidades; assessora a administração penal na formulação de políticas penais e do treinamento de pessoal para aplicá-las; realiza pesquisa visando à construção e ampliação do conhecimento psicológico aplicado ao campo do direito; realiza orientação psicológica a casais antes da entrada nupcial da petição, assim como das audiências de conciliação; realiza atendimento às crianças envolvidas em situações que chegam às instituições de direito, visando à preservação de sua saúde mental; auxilia juizados na avaliação e assistência psicológica de menores e seus familiares, bem como assessorá-los no encaminhamento a terapia psicológicas quando necessário; presta atendimento e orientação a detentos e seus familiares visando à preservação as saúde, acompanha detentos em liberdade condicional, na internação, bem como atuar no apoio psicológico à sua família.

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