Quem deve ter prioridade em ganhar áreas públicas?

Postado por: Ronaldo Rosa

Compartilhe

Depois da chuva, o frio.

Nunca tanta gente torceu para esfriar logo, com esperança que as baixas temperaturas tragam junto o tempo seco. Até que gosta de um dia chuvoso, não aguenta mais toda esta situação de umidade e alagamentos. Não bastasse a chuva intermitente trazer dificuldades no dia a dia de todas as pessoas, no trânsito, em casa, ainda tem os riscos de queda de barragem, queda de árvores, como aconteceram no centro de Passo Fundo, desmoronamentos e por aí, capaz de provocar até mortes, como tivemos no centro do Estado e em Caxias do Sul. Tomara mesmo que esfrie e pare a chuva, o que significa recomeçar para muita gente, que teve a casa invadida pelas águas e que perdeu roupas, camas e cobertas. Nesse sentido, as campanhas do agasalho serão de fundamental importância neste ano e quem não foi prejudicado deve mais do que nunca colaborar.

 

...

O programa Frente e Verso, deste sábado, pela Rádio Planalto, a partir das 10 horas, vai debater a escassez de áreas públicas em Passo Fundo, insuficientes para atender todas as demandas. Se destinar para habitação popular, não vai ter para oferecer para empresas novas que queiram vir se instalar em Passo Fundo ou alguma que já esteja aqui e que precise de área para ampliar sua atividade. Aliado a isto, tem a questão do meio ambiente, pois muitas áreas que poderiam servir para uma ou outra finalidade podem esbarrar neste quesito. Enfim, possivelmente a cidade terá que fazer uma opção. Ajudar empresas para gerar impostos, renda e geração de emprego ou ajudar pessoas carentes, que não tem casa própria a resolver o seu problema? Ligue 30452914 3 e dê a sua opinião.

 

Renasce a esperança de trabalhadores da Semeato receber

Com a notícia que uma fábrica da empresa Semeato foi leiloada, muitos trabalhadores, que estão com o pagamento de meses e até anos de trabalho atrasados, renovaram a sua esperança em receber. O caso chama a atenção, pois a empresa simplesmente não pagou e fim de papo e as ações judiciais andam a passos de tartaruga. Mesmo que a empresa tenha contribuído muito para a cidade de Passo Fundo, convenhamos que a mão de obra de Passo Fundo também, ao longo da sua história, colaborou muito com a empresa e a dívida de gratidão não existe de nenhum dos lados, então, antes que criem mais algum movimento para ajudar a empresa com benefícios públicos, que se garanta o pagamento dos trabalhadores, para início de conversa.

 

Dizem por aí... Que a ocupação de áreas, públicas ou privadas, é uma questão de opção, pois para comprar carros e viver sem trabalhar, muitos têm dinheiro. Será verdade?

 

 

  

Leia Também Linda ou ridícula? Muito obrigado Dom Urbano! O respeito à propriedade alheia CNBB: qual a nossa missão?