Temer, Lula, Aécio, Cunha e o resto da quadrilha

Postado por: Dilerman Zanchet

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Pudéssemos voltar 500 e poucos anos atrás, e alguém mandasse ver um plebiscito para devolver este país às tribos indígenas que aqui habitavam, eu votaria a favor. Se bem que, acredito, eles não aceitariam a devolução.

Não fosse triste, de chorar, e daria para dizer que isso é uma festa junina. Bem na época.

Época é o nome da revista que detona, por vez, toda a quadrilha que tomou conta do país, e que dificilmente largará o poder. Principalmente as raposas que se disfarçavam de ovelhas. Raposas cuidando do galinheiro. Só no Brasil.

Estamos nas mãos de pessoas desqualificadas emocionalmente e com fúria. E sede. Sede de poder. De ter em mãos dinheiro, mesmo que seja sujo, e de mandar.

Estamos à mercê de pessoas do mais baixo nível. Literalmente sem escrúpulos. E isso não é de agora. Vem de tempos. No mínimo 20 anos.

Somos reféns de nós mesmos. Estamos em uma guerra, e sem cartuchos. Sem balas. Praticamente sem armas para combater os piores inimigos que possam existir.

Ao nosso lado, em Curitiba, ainda acreditamos no Super Homem Sérgio Moro, em Dalagnol, em Janot, e só.

Na Capital Federal, uma lona encobriria o verdadeiro circo. Sem jamais colocar em duvidas a identidade dos verdadeiros palhaços que animam crianças e fazem rir os marmanjos. É que o nome da profissão o torna assim.

Qual será o destino do país nas mãos de tamanha roubalheira?

Não se vislumbra, em um cenário normal, sem hostilidades, em paz, envolvido pela razão, uma saída equilibrada e que recoloque este trem nos trilhos.

Não acredito que haja esperança de melhorar, de recuperar tudo o que foi perdido com o que está acontecendo.

Dos presos da Lava Jato (90 e poucos até agora), cerca de 30% fizeram a delação. Detonaram mais gente. Moro tem um edifício de processos para julgar. Não teremos lugar nos presídios para tanta gente.

Não existe alguém, daquele círculo, que não sabia de nada. Trocaram partidos por poder, siglas, esperança de eleitores, desafios e até inimizades dos pequenos aqui embaixo, pelo dinheiro sujo. Pela mais podre e mais vergonhosa atitude: Roubar descaradamente do povo.

Não espere que eu defenda, aqui, o tal de Joesley, seu irmão, ou qualquer Odebrecht. São todos farinha do mesmo saco. É a escória. Corromperam em troca de atos ilícitos. Devem pagar, e muito, pelo que fizeram. Vale para os dois lados da mesa.

Só voltarei a acreditar neste Brasil, ressalvando alguns poucos brasileiros, quando estiverem TODOS presos e sentenciados: Temer, Lula, Cunha, Joesley, Dilma, Calheiros, Sarney, Maluf, Collor e aquele bando de ladrões da confiança e da moral pública que habitam Brasília.

O comunista Oscar Niemeyer deve estar se revirando no túmulo. Acredito que jamais imaginaria que sua obra mais conhecida fosse se transformar em um cartel que conspirasse dia e noite contra o povo brasileiro. Não escapa ninguém.

Enfim, só acreditarei em política, novamente, quando esta tropa estiver presa. E sem mordomias.

Se não for assim, voto duas vezes para devolver aos índios. E com um pedido formal de desculpas. 

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