O advogado racista do Lula

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Cada vez que alguém pronuncia na minha frente a expressão “a página negra da história”, o “lado negro”, a “coisa tá preta”, me engasga. Por muitos anos, enquanto coordenei a redação aqui das rádios Planalto sempre orientei os colegas a não pronunciarem e jamais escreverem essas expressões racistas.

O advogado do Lula, Cristiano Zanin, ao contrariar a decisão de Moro, disse que é preciso “apagar essa história negra do Judiciário brasileiro”.

Com exceção de um jornalista negro de Porto Alegre, que já assessorou o senador Paim, não vi ninguém se manifestar. Os movimentos de defesa da comunidade negra, inclusive, em Passo Fundo, silenciam. Toca para mim, com essa cor de cuia, fazer a defesa dos negros.

Se o advogado fosse de um político de outra linha ideológica, provavelmente, estaria sendo processado pelo preconceito. 

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