Dioceses gaúchas recebem sementes de música litúrgica

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Cerca de 160 representantes de dezesseis dioceses do Rio Grande do Sul participaram do 47º Encontro de Canto Litúrgico nesta nos dias 28 e 29 de julho, no Centro Arquidiocesano de Pastoral , em Porto Alegre (RS), com o tema Maria e a Liturgia. O encontro foi promovido pelo Setor de Música do Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o tema voltado para o Ano Nacional Mariano, o enfoque do encontro foi Maria e a Liturgia, propondo cantar louvores a Deus Pai tal qual ensinou a Mãe do Salvador e estudar o tempo e o lugar de Nossa Senhora nas celebrações litúrgicas.

Segundo padre Pedro Ritter, coordenador do Setor da Música, o trabalho da música litúrgica é realizado nas comunidades de forma gratuita. É uma doação das pessoas como resposta ao chamado de Deus para o ministério e muitas vezes com poucos recursos e formação.

Assessorou o encontro frei Luiz Turra, Capuchinho, pároco da Igreja Santo Antônio, em Porto Alegre, padre José Carlos Sala, da diocese de Erexim, e padre Gustavo Haas, pároco Igreja Perpétuo Socorro, de Porto Alegre e ex-assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB.

Comissão diocesana de música

A Comissão diocesana de música é compreendia a partir de três setores: Pastoral litúrgica, música e arte sacra. Essas três dimensões num processo continuado de articulação na diocese com formação para os agentes envolvidos no toda da liturgia.

Todos aqueles que desejam percorre pelo caminho música na Igreja tem que buscar formação litúrgica. “A formação música e litúrgica devem andar juntas para surtir o efeito da evangelização em comunhão. A música litúrgica brota da vida da comunidade baseada nos textos sagrados, orações do dia. É uma grande alegria ao ouvir uma música quando ela está sintonizada com aquilo que está sendo rezado. Assim, a manifestação da graça de Deus”, frisou padre Sala.

Ministério da música

O ministério da música é uma caminhada ritma, elegante e viva. A igreja não poderá dispensar a música e o canto litúrgico. A compreensão da música na igreja é ampla, pois há o canto pastoral, de animação, ritual.

Segundo frei Turra, a igreja do Rio Grande do Sul e do Brasil está fazendo um trabalho importante para definir e clarear o seu repertório existente desde a partir da caminhada pós-conciliar. Há uma abundância de repertório que precisa ter clareza de aplicação.

Um dos problemas, por vezes, é misturar ou não ter critério na escolha da música num determinado momento.  Uma é música de animação, outra é pastoral e de reflexão, evangelização. Outra é a música litúrgica ritual. “Na vida tudo é processo e nada se encontra definido. A música é um instrumento indispensável de evangelização”, afirmou Turra.


Fonte: Assessoria CNBB

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