Paixão pelo clube de futebol: hereditariedade ou opção própria?

Postado por: Luiz Carlos Carvalho

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Olá, amigos internautas!
Justamente no Dia dos Pais vem à mente a reflexão sobre a influência familiar na escolha dos clubes de futebol. Geralmente, a influência da família é fundamental para a continuidade de uma paixão esportiva. 
O pai ou a mãe tem por hábito comprar artigos com as cores e o símbolo do clube de sua preferência, a fim de perpetuarem o sentimento clubístico. Porém, às vezes surge alguém do vinculo familiar para trazer um presente convidativo que provoca um novo direcionamento. Um tio ou padrinho sempre aparecem para tentar mudar o clube da criança e, às vezes, até consegue.
Em certas oportunidades, há uma divisão sentimental. O pai torce por um clube e a mãe pelo rival e várias são as tentativas até que a opção do menino ou da menina se defina. Quando o casal tem a mesma preferência esportiva, fica mais fácil existir a definição.
Porém, há casos em que apenas um integrante do cenário familiar torce por determinado time. A influência externa se tornou importante.  Por questão das circunstâncias, na infância se atrai por um clube diferente, por um jogo que veio a assistir ou até mesmo pela simpatia de cores.  Costumeiramente,a opção tem relação com o aspecto geográfico, se torcendo por agremiações locais. Porém, com o cenário da globalização nada impede que alguém venha a torcer por um time de outra região.
Mas, fundamentalmente, a hereditariedade tem um peso significativo na escolha esportiva. Lindo é quando a família consegue frequentar os estádios, em paz, sem violência, como todos esperamos.
A feliz convivência,  com as pessoas torcendo por clubes diferentes em uma casa, sempre se torna um exemplo do que deveria o futebol, sem conflitos e com harmonia nas relações. Terminado o jogo, a vida segue seu rumo, com os desafios do cotidiano. As brincadeiras, por sua vez, são normais e, quando bem administradas, são bastante saudáveis, até mesmo contribuindo para o fortalecimento das amizades.

FUTSAL
Novamente, o Passo Fundo Futsal/Fasurgs/Zamil conquista a vitória fora de casa. Vem conquistando uma sequência interessante de excelentes resultados, o que coloca a equipe em uma excelente caminhada para chegar entre as primeiras colocadas da Série Prata. Nesse sábado, 12, derrotou a representante do Lagoa Futsal na casa do adversário. Aquele time estava com 100% de aproveitamento, até então, no Ginásio Adolfo Stela.
Hoje, o time passo-fundense demonstra maturidade, com excelentes jogadores em todas as posições e um excelente comando. Os torcedores voltaram a acreditar no sucesso dentro da competição. O que se pode esperar é novamente um Ginásio Capingui lotado no próximo sábado.  Quem não foi ainda aos jogos deste ano está convocado. Quem já foi certamente irá retornar e levando outras pessoas de seu convívio.

CABRINHA
Foi realizado nesse sábado o tradicional clássico de veteranos entre Passo Fundo e Gaúcho, no Estádio Vermelhão da Serra, dentro das comemorações dos 160 anos do município. Foi uma bonita realização, colocando em campo aqueles atletas que muito fizeram pelo futebol da nossa terra.
Dentre eles estava Cabrinha, com quem conversamos na última sexta-feira no programa Debate Show de Bola, da Rádio Planalto. Ele fez o relato de muitas histórias sobre o excelente time de 1989 no Vermelhão da Serra, quando vestiu com brilhantismo a camisa 11. Afirmou que a amizade entre os atletas e o excelente comando do técnico Geraldo Duarte fizeram a diferença.  Aquele elenco orgulhou os torcedores tricolores. Até mesmo a dupla Gre-Nal enfrentou muitas dificuldades para superá-lo. O tempo passou, mas ficou registrada a marca de um time vencedor!

Até a próxima! Sejam felizes, vocês merecem!

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