Precisamos voltar a priorizar a educação

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Recentemente, um estudo divulgado pela mídia apontou que o Rio Grande do Sul está na 8ª colocação entre os Estados brasileiros em um índice que mede a qualidade da educação. O resultado é entristecedor quando se compara com o passado, quando o Rio Grande esbanjava índices e resultados positivos na área. O investimento em escolas, feita na gestão do então governador Leonel Brizola, modernizou a educação e elevou os níveis de qualificação de professores e, consequentemente de alunos. Mas, com o passar dos anos, a defasagem salarial do magistério e a precarização das estruturas das escolas colaboraram para resultados cada vez piores em provas que aferem o conhecimento dos estudantes.

Um dos índices que mede esse desempenho escolar dos alunos é a Prova Brasil, que avalia o aprendizado dos alunos do 4º ano do Ensino Fundamental em matemática e português. Outro item mostra o descompasso da educação no Estado. A taxa de distorção entre e idade e série no Ensino Médio: 26,4% dos alunos não tinham a idade ideal (15 a 17 anos) para estar cursando a série que estavam em 2015.

A falta de um planejamento pedagógico estratégico, investimentos na infraestrutura escolar e na qualificação de professores de escolas públicas resultam em números pouco animadores. No atual governo, o fechamento de escolas, o parcelamento de salários e a falta de seriedade com o ensino também reafirmam o descaso do Estado com a educação. Como se sabe, muitos países atingiram o desenvolvimento investindo massivamente em educação. Escolas com excelência em ensino vão resultar em uma sociedade melhor.

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