O folclore e seu poder

Postado por: Isadora Fochi

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Na última terça-feira, 22 de agosto, comemoramos o Dia do Folclore em todo o território brasileiro. A palavra folclore surgiu em 1846, pelo inglês Willian John Thoms, derivando de folk que significa povo e lore que significa saber, ou seja, a ciência ou o conhecimento popular, expresso das mais diversas maneiras como lendas, contos, causos, músicas e danças... As manifestações folclóricas constituem-se em criações espontâneas passadas de geração em geração por meio da oralidade, sendo universal, tradicional e dinâmico.

O Rio Grande do Sul possui um vasto e rico acervo folclórico, reconhecido por todo o Brasil. Este acervo, que há anos conta a história do nosso estado encontra-se guardado na memória dos mais antigos, e chega às crianças por meio das histórias que seus avós ou seus pais contam. Essa força mística de que o folclore é composto inunda a imaginação dos pequenos e os faz sentir gosto pela cultura do nosso estado.

O tradicionalismo, por ser uma força atuante na sociedade atual, busca fazer com que o folclore legado por essas etnias chegue à todas as pessoas, por isso, prendas e peões desenvolvem projetos e ações, principalmente em sala de aula. Com o projeto “O Tradicionalismo e a Comunidade Escolar” realizado anualmente pelas prendas, é possível levar às escolas um pouco sobre o amplo conhecimento folclórico do qual nosso estado possui, sendo assim, estaremos disseminando cultura para os pequenos que futuramente estarão em nosso lugar. Além disso, vários municípios do Rio Grande do Sul contam com festivais folclóricos que possuem grande importância para a divulgação do mesmo, um exemplo destes festivais é o Festival Internacional do Folclore, que ocorre na cidade de Passo Fundo e permite que gaúchos e estrangeiros realizem uma troca de culturas e multipliquem o folclore de seus respectivos lugares.

Nosso folclore é composto por aspectos das mais diversas etnias, indígenas, portugueses, espanhóis, alemães, italianos, negros, poloneses e entre tantos outros foram os responsáveis por consagrar o Rio Grande do Sul como “um mosaico cultural”, assim como Antônio Augusto Fagundes se refere ao nosso pago. Assim, é dever nosso garantir que a magia do folclore, que muito encantou a atual geração do tradicionalismo, continue encantando as próximas gerações para que também possam fortalecer os laços de fraternidade dos gaúchos com outros povos e aprender com eles assim como eles nos ensinaram sua cultura no passado.

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