Transforme suas preocupações em ações

Postado por: Jéssica Limberger

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As preocupações fazem parte da nossa vida.

Tantas vezes já nos sentimos preocupados, seja com as interações sociais, com os relacionamentos, com a saúde, com as finanças ou com o trabalho.

Nossas preocupações podem ser produtivas, ou seja, podem nos auxiliar a seguir em frente, ou podem ser improdutivas e atrapalhar o nosso bem-estar.

Como diferenciamos aquelas preocupações que nos auxiliam daquelas que nos atrapalham? Quando você perceber que está preocupado, pergunte-se “há algo que eu possa fazer agora para lidar com essa preocupação?”.

Se há algo que você pode fazer imediatamente ou o mais breve possível, então você tem diante de si uma preocupação produtiva. Por sua vez, se não há algo que você possa fazer, essa preocupação pode ser improdutiva e pode estar lhe impedindo de viver bem o momento presente. As preocupações se tornam benéficas quando você começar a agir, resolvendo aquele problema. Ao invés de se preocupar com o seu colesterol, você pode marcar exames de rotina. Ao invés de ficar apenas se preocupando se seus filhos possuem uma alimentação equilibrada, você pode incluir receitas saudáveis para toda a família. Ao invés de se preocupar com a prova, você pode começar a estudar. Em resumo: transforme suas preocupações em ações práticas. Para isso, pergunte-se: “qual é o problema que vou resolver?”.

Por outro lado, existem preocupações que são improdutivas. Tais preocupações não nos levam a atitudes e muitas vezes não possuem resposta. Podemos observar que a preocupação “por que a vida é tão injusta comigo?” não possui resposta.

Tais preocupações atrapalham o nosso dia a dia, pois caímos em uma sequência de pensamentos, sem realizar algo de concreto no presente. Desta forma, em vez de ficar repleto de preocupações com o futuro, você pode estar atento ao presente e inclusive melhorá-lo.

Esse excesso de pensamentos carregados de preocupações sem solução gastam de maneira inútil uma energia cara ao nosso organismo, energia esta que poderia ser ocupada com outras coisas mais saudáveis.

Diferenciar as preocupações produtivas das improdutivas já é um grande passo. Também existem outras maneiras de lidar com as preocupações.

Ao escrever esse texto, eu estava preocupada se ele seria claro e se ele ajudaria as pessoas a refletirem sobre si mesmas.

Busquei então ler mais sobre o assunto e o livro “Como lidar com as preocupações”, do psicólogo norte-americano Robert Leahy me auxiliou muito. Assim, também podemos reconhecer nossas dificuldades e buscar auxílio quando necessário.

Que essas reflexões contribuam para você encarar as preocupações de um modo diferente.

Que você saiba diferenciar as preocupações produtivas das improdutivas.

Que você se comprometa na resolução de problemas, distinguindo o que está ao seu alcance.

Que aos poucos você transforme suas preocupações produtivas em ações!

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