A (falta de) leitura e as redes sociais

Postado por: Dilerman Zanchet

Compartilhe

A humanidade está caminhando para um futuro sem perspectivas.

Aquilo que aprendemos na escola, na família, no catecismo, sobre valores morais, éticos, liberdade, limites, disciplina.... tudo está se perdendo, se corroendo.

Lá fora, os americanos, japoneses, europeus, tão subjugados pelos politicamente corretos que veem nisso as tais liberdades (expressão, comunicação, opinião, etc), mantém em seus costumes desde os primeiros meses da infância, os valores que os nortearão por toda a vida.

Isso aprendemos aqui, também, no Brasil, por conta da colonização europeia. Os africanos, em sua grande maioria, por conta de seus costumes religiosos, seguiram no mesmo trilho, respeitando, cultuando suas crendices, e tudo andou bem. Sei que neste parágrafo não vai faltar alguém para condenar a escravidão, afirmar que os mais abastados eram opressores, etc. Mas isso fazia parte do contexto social da época.

Com a tecnologia da internet e com a velocidade da informação, os bons costumes desapareceram e as virtudes foram sendo reduzidas e o homem acabou por contestar a tudo e a todos. E a criticar sem sequer estar ciente do assunto.

Isso dá-se principalmente pelas redes sociais, onde o desabafo, muitas vezes travestido de ignorância, se faz presente a cada assunto. E nem polêmico este precisa ser.

Há alguns dias, o Gustavo Trentin, colunista aqui do Portal, escreveu sobre a questão salarial dos professores, dizendo “não achar que os professores ganham pouco”. Alguns afoitos misturaram a política, as próximas eleições presidenciais e até a homofobia, para justificar suas agressões ao autor do texto, sem sequer ter clicado no artigo compartilhado no Facebook e postado no site rdplanalto.com.

Ora, seu João, dona Maria. Respeito todas as opiniões, favoráveis ou contrárias às minhas ideias e posições. Porém, exijo, também, respeito.

Tenho por hábito não criticar ou dar opinião distinta às postagens nas redes sociais. Quando o faço, é com respeito ao autor da publicação.

Infelizmente, este descalabro social chamado desrespeito, faz vítimas e inimizades.

Eu mesmo já exclui e ou bloqueei alguns “seguidores”, que tinham o habito (feio, por sinal), de ficarem à espreita de alguma frase, para atacar. É tipo o leão, que fica escondido no matagal, para atacar a manada de búfalos e fazer sua vítima.

Por esta e outras me reservo ao direito de excluir, bloquear e exigir respeito às postagens que faço.

Antes de qualquer comentário, é bom que os incomodados leiam. Mas leiam todos os textos. E se forem emitir opinião, favorável ou contrária, que o façam cientes de que a relação entre escritor e leitor sempre é amigável. Mesmo que as posições sejam antagônicas.

Agressão moral, estapafúrdia, ofensiva, é crime de responsabilidade.

Por isso, conforme diziam os antigos, calma e caldinho de galinha só fazem bem.

Boa leitura, pois!

 

Leia Também 33º Domingo do Tempo Comum. O Enart, de novo! A importância de ter uma recepcionista/secretária preparada em seu consultório. Feito é melhor que perfeito