O fim das cores da saúde

Postado por: Neuro Zambam

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A caracterização dos meses com cores diferentes com o objetivo de chamar atenção para um conjunto de doenças que prejudicam o desenvolvimento normal da vida humana, ou suas relações com os demais e com a comunidade em geral é louvável nos diferentes aspectos.
Com certeza o mês mais colorido, com as melhores atrações e com os resultados mais visíveis, úteis e cheios de sentido, seja nos detalhes, seja nas repercussões ou nos resultados positivos é este que encerramos. Por inúmeros motivos, mas um se sobressai, qual seja, as mulheres são mais competentes, organizadas, altruístas, determinadas e enfrentam a vida com mais normalidade e seus problemas com a sensação de derrotá-los a cada dia. 
O cuidado com a saúde é obrigação de todos. Aliás, quando tanto se fala em direitos, seria interessante que as pessoas olhassem o cuidado com a saúde, o corpo, as relações e a natureza como um direito espetacular que podem exercer sem apelar para a frieza da lei ou esperando as garantias dos tribunais.
Este mês não será colorido. O azul não é uma cor instigante, que gere paixões e indique para ações esplêndidas. Antes, é a cara dos homens: deselegantes, sóbrios, retraídos, desconfiados, nada preventivos. A escolha dessa cor foi feliz, porque mostra a nossa identidade. Vamos conviver com ela.
O contraponto, sem jamais alcançarmos a performance das mulheres, é a percepção que o azul, neste mês, tem se tornado mais vibrante, animador, visível e empolgante. Isso porque, associado às mudanças de hábito e da rotina com o cuidado pela qualidade de vida, empolgou com mais frequência a muitos, do sexo feminino, exercerem o seu direito de cuidar da saúde do corpo de forma gratuita, menos assustadora, menos empolgante é verdade, mas muito mais engraçada.
A continuidade das pinturas dos meses precisa acabar com urgência porque o hábito de cuidar da saúde passando a ser constante ou rotineiro tirará o brilho das cores. Exceto o azul que já nasceu sem muita graça.
O hábito é diferente da rotina. O hábito educa, desafia, empolga para outras inciativas e relações mais maduras. Um grande amigo me incentiva a modificar meus hábitos. Isso me torna cada dia mais animado com a amizade e seus ensinamentos. Afinal, temos direito a escolher bons amigos (as).
A rotina é alienante e desanimadora. Ajude descolorir os meses, dando-lhes mais ânimo neste período e exercendo o direito ao cuidado sem medo e constrangimento. 

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