O voluntariado

Postado por: Isadora Fochi

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No último fim de semana o Movimento Tradicionalista Gaúcho completou seus 51 anos de história, o primeiro passo para um novo Cinquentenário em busca dos 100 anos. Ao revermos toda a história que o MTG escreveu, pensamos em tudo pelo que ele passou e em tudo que nós, seus “soldados” fizemos por ele. Um dos principais fatores pela grandiosidade do Movimento hoje é o voluntariado que o forma. Todos que o defendem são incansáveis voluntários, ou seja, aquela pessoa que não é orçada a fazer um trabalho, que só depende da vontade própria e presta ajuda sempre que possível ou necessário, sem buscar nenhum tipo de remuneração em troca.

O voluntariado é algo que orgulha muito todos que fazem parte do MTG, pois demonstra o quão pura é a vontade de defende-lo. Talvez seja por este espírito que o tradicionalismo rompeu tantas barreiras e se expandiu tanto. Pois a partir do momento em que você se dispõe a serviço do Movimento, você se torna voluntário, seja um tradicionalista de carteirinha ou apenas um simpatizante do tradicionalismo. Isso diferencia muito o nosso Movimento de outros, e com certeza, está intimamente ligado aos sucesso desses 51 anos de história.

O Presidente do MTG, Nairo Callegaro fala muito na importância do voluntariado, que decidido no 65º Congresso Tradicionalista em janeiro deste ano, será o tema quinquenal do MTG para os próximos cinco anos. O presidente diz que o tema tem como objetivo formar uma consciência coletiva do verdadeiro trabalho voluntário, cirando ferramentas, condições e oportunidades para as entidades tradicionalistas resgatarem o trabalho social que embasa os valores sociais do tradicionalismo. Ou seja, incentivar a cooperação entre os participantes do Movimento. Um exemplo de trabalho voluntario no MTG é o ENART, o maior festival amador da América Latina, que é totalmente realizado com o apoio de pessoas voluntárias, e assim como outras grandes eventos do Movimento.

Este é o tradicionalismo pelo qual prezamos, um tradicionalismo voluntário, feito por vontade própria, um tradicionalismo coletivo que rume sempre em busca de um bem maior, assim com certeza, estamos construindo o caminho correto para os próximos 50 anos de Movimento Tradicionalista Gaúcho.

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