Interior protesta contra o Judiciário

Postado por: Ronaldo Rosa

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Crimes de final de ano

Estamos nos meses finais do ano e a criminalidade, tradicionalmente, se adapta ao período, onde crimes, como roubos a residências e estabelecimentos comerciais tendem a aumentar. Na semana passada, na região da Lucas Araújo, tivemos dois casos onde moradores foram surpreendidos com marginais dentro de casa. Mercados de vila também estão na mira e nesta época o que os ladrões querem é dinheiro vivo ou algo que possa se transformar em dinheiro rapidamente, como joia.  A polícia também tenta se adaptar ao período e operações especiais são desencadeadas para combater as ações criminosas. Mesmo assim, fica o alerta sobre a necessidade de cada um redobrar os cuidados, em casa e no trabalho, pois todos estão sujeitos a ser vítima e principalmente, se não der para evitar, procurar não reagir, tendo em vista que os bandidos estão violentos e até mesmo matando por quase nada.

 

Interior protesta contra o Judiciário

Os ataques a propriedades rurais no interior do município e o recente latrocínio registrado colocaram os moradores em desespero. A Brigada Militar, principalmente, tem dado atenção e feito o que pode, mas ainda é pouco e quando a polícia consegue prender um criminoso, as leis, de uma forma ou de outra, sempre permitem que em pouco tempo estejam soltos novamente. Essa situação será a motivação de um protesto em frente ao Fórum nesta semana. Os moradores do interior querem que os juízes sejam menos flexíveis na interpretação da lei e que estejam mais do lado da população de bem, do que dos bandidos. Em alguma situação a impressão é que o marginal merece mais atenção do que a vítima e realmente não é possível aceitar de braços cruzados esta condição. Os agricultores estão cobertos de razão e devem protestar sim e o Judiciário deve ouvir este clamor.

 

Entidades querem mais informações sobre a licitação do transporte coletivo

No programa Frente e Verso de sábado, pela Rádio Planalto, três pontos referente à licitação do transporte coletivo ganharam destaque nas manifestações populares e dos convidados, que foram o presidente da Uampf, Luiz Valendorf e o presidente do Sindiurb, Miguel dos Santos. Entre eles, as paradas de ônibus, que em alguns bairros chegam a ser ridículas e precisam de melhorias. De quem será a responsabilidade? A melhor opção seria de parcerias com a iniciativa privada, para não sobrecarregar o Poder Público, nem o valor da tarifa. Outro ponto é com relação à passagem integrada. Como realmente vai funcionar ainda ninguém sabe e isto causa apreensão e o terceiro ponto é sobre a Codepas, pois na licitação se aposta no crescimento da empresa pública, mas ninguém tem como garantir que isto irá acontecer, pois o número de linhas destinadas para a empresa não irão aumento e sim diminuir.

 

Dizem por aí... Que é grande o risco de lavagem de dinheiro em licitações do transporte coletivo. Será verdade?

 

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