Quebra-molas são permitidos, “em casos especiais”

Postado por: Ronaldo Rosa

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Uma pena que muitos motoristas não respeitem os limites de velocidade, tanto nas avenidas, como nos bairros de Passo Fundo. Muitos jovens querendo se aparecer. Muita gente bêbada e drogada dirigindo, além é claro dos “nervosinhos e afobadinhos”. Por isso, mesmo que não seja o recomendável, inclusive no Código de Trânsito, a saída é em alguns pontos colocar obstáculos que obrigue a reduzir a velocidade. Nem sinaleira consegue, a não ser aquelas que multam, as outras, são muito pouco respeitadas. Então tem que ser quebra-molas mesmo. No Código de Trânsito diz que é possível a instalação, “em casos especiais”, de acordo com o julgo das autoridades de trânsito. Então é especial salvar vidas e essa justificativa basta, para autorizar esta medida. Agora pouco, o próprio Daer instalou um quebra-molas gigante, na RS 324, entrada do bairro Santa Marta. Neste sentido a Secretaria de Segurança também deveria autorizar alguns, das dezenas de pedidos no município, antes que mais acidentes graves e com vítimas fatais venham a ser registrados.

 

Nova lei trabalhista traz consigo um estoque de dúvidas

No programa Frente e Verso de sábado, na Rádio Planalto, a nova lei trabalhista esteve em discussão, com a presença do empresário, Sérgio Rosseto e do sindicalista, Gilberto Boeira. De ambos os lados (patrão e empregado), existe muitas dúvidas e ainda, como sempre aconteceu às incertezas quanto às posições do Judiciário. A lei nova está aí, mas, como sempre, cada juiz tem uma forma de interpretar. A partir das decisões que vierem agora é que a legislação irá se moldando. Uma coisa é certa, apertou o sinto para o trabalhador e a responsabilidade, competência e vontade de trabalhar será fundamental para se manter no mercado.

 

Homicídio ou suicídio no presídio?

Está rolando nas redes sociais um vídeo, que seria de uma mulher encontrada morta enforcada, dentro do presídio de Passo Fundo. Essa mulher foi acusada de permitir a violência sexual de uma filha, pelo seu companheiro, ou seja, sabia e nunca fez nada, até que foi denunciada e presa. Caiu no presídio e como acontece em todo o Brasil, dentro das cadeias têm as suas regras e seus julgamentos. Então ela foi violentada por outras presas, humilhada, torturada e depois apareceu morta. É mais um caso que deve servir de lição para quem faz o mal, pois diz o ditado “aqui se faz, aqui se paga”. Mas independente da pessoa ter merecido ou não, é preciso esclarecer se foi crime ou suicídio, um erro não justifica o outro e as responsabilidades devem ser apuradas e não simplesmente “abafar” o caso.

 

Dizem por aí... Que no presídio de Passo Fundo é proibido levar a palavra de Deus e tentar salvar os presos pela fé. Será verdade?

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