A vida como ela é!

Postado por: Dilerman Zanchet

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Pensei, pesquisei, pedi opiniões para colegas, e não cheguei a uma conclusão exata (dizem que a “exata” só ocorre na matemática), de qual assunto específico escrever hoje.

Então me dei conta da correria dos dias, do acumulo de trabalho, eventos, promoções, da falta de um mate com os amigos, daquele bate papo ou mesmo daquele jogo de futebol uma vez por semana.

É o tempo que passa e não deixa rastros. Por vezes, deixa lembranças, boas ou nem tanto.

E neste emaranhado de confusão, a visão que implora por melhorias, que podem ser ofertadas pela lente de um óculos, ou mesmo o estômago, que reclama um Omeprazol, que a vida segue.

No ano que está a findar, a loucura foi tanta, os compromissos foram se sucedendo e você, que está lendo aí, já deve ter pensado: “Tá se achando”.

Mas não é.

Pense que a rotina da tua vida, de levantar cedo, barbear-se (ou não, depende dos hormônios), está intimamente ligada com o que vai acontecer e o que você vai fazer no decorrer do dia. E quando chegares ao final dele, já deitado, luzes apagadas, e fechares os olhos para agradecer ao Divino pelo dia vivido, você gastou mais 24 horas de sua vida.

Esta crônica ascende às de David Coimbra, quando resolve dizer tudo e não diz nada. Mas a mesma ajoelha-se aos pés da inteligência sublime de Olavo de Carvalho. E tantos outros positivistas que entendem o mundo como ele realmente é. E que querem fazer um mundo melhor.

Bem, dizer que a vida deve ser mais bem aproveitada, que devemos fazer exercícios físicos, mentais e cuidar da alimentação é clichê. Então, para não dizer que não falei de flores, cheire-as, cultive-as, e tente ser muito feliz.

Se ao final desta leitura você não entendeu nada, parabéns.

Estou me sentindo assim, sem entender nada deste país.

Não entendo mais nada da Justiça, dos políticos, dos governos e do povo.

Da justiça, não consigo entender mais nada pois, a lei que vale para mim não vale para ele.

Dos políticos, pois decepcionam a cada dia. E isso é lá e cá. Indistintamente.

Dos governos.... hã, governos?

E do povo, que elege todos estes, com exceção do primeiro (Justiça), - que quem define é um concurso público – é conivente, cumplice e protagonista deste país que vivemos.

Se até agora você ainda não conseguiu entender esta crônica, parabéns.

Era esta a finalidade. Esta é a vida como ela realmente é: Sem entender.

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