Articulando campanhas

Postado por: Isadora Fochi

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É muito comum vermos a cada dia novas campanhas, sejam elas por uma conscientização, um ato civil, uma busca de ajudar o próximo, e nesta época do ano o número de campanhas aumenta de uma forma muito grande. Mas, o que o tradicionalismo tem a ver com elas? Qual a sua conexão?

É de conhecimento de todos que o tradicionalismo é imenso, e por isso, tem um grande poder de influência na sociedade em que está inserido. Assim, o MTG aproveita desta vantagem para se engajar em campanhas tais como o Outubro Rosa. Para isso, a prendas do Rio Grande do Sul compartilharam sua adesão ao movimento. Tais campanhas de conscientização da saúde atingem todas as camadas da sociedade, e por ser um movimento também social, o tradicionalismo consegue alcançar todas estas camadas.

Em clima natalino, temos também as diversas campanhas de arrecadações de bens para os mais necessitados. O coração humano se enche de solidariedade a cada fim de ano, fazendo desta época, uma época mágica de bem querer ao próximo. Um exemplo de campanha aderida pelo MTG neste quesito foi feito no ENART e nas inter-regionais do mesmo. Seguindo o projeto da gestão de Prendas e Peões do RS 2017/2018, em cada um dos eventos resgatando um legado dos jovens de 1947, no ENART foi resgatado o legado da Solidariedade. Por isso as prendas juvenis e os guris farroupilha do estado organizaram uma arrecadação em cada inter-regional beneficiando uma entidade de cada cidade sede do evento, e por fim, uma arrecadação beneficiando a AAPECAN de Santa Cruz do Sul.

Acredito que agora temos a resposta da pergunta anteriormente feita sobre a relação do tradicionalismo com as campanhas: o movimento, por sua amplitude, se torna um articulador dessas campanhas, possibilitando o sucesso na sua realização. Assim, cumprindo o item da Carta de Princípios que diz “Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo.”

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