RS: População deve ficar atenta aos focos do Aedes aegypti

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O último Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti – LIRAa, do Ministério da Saúde, mostrou que a maior parte dos criadouros do mosquito no estado do Rio Grande do Sul está na grande quantidade de depósitos encontrados no lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Por isso, a população precisa intensificar a vigilância para evitar esses tipos de criadouros.

No estado, 35 cidades estão em sinal de alerta para a doença.

Por todo o Brasil houve redução nos casos de dengue, zika e chikungunya em relação ao ano passado.

Apesar dessa diminuição, é preciso que a população continue atenta no combate ao mosquito, pois ninguém está livre dessas doenças, que podem marcar uma vida para sempre. Por isso, a maneira mais efetiva de lutar contra o Aedes aegypti é acabando com o criadouro e, assim, impedindo o nascimento do mosquito. 

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