Esquizofrenia social

Postado por: Dilerman Zanchet

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Nesta época em que se aproxima o Natal, em que mais um ano está por encerrar e um novo vai começar, com expectativas, vontades, esperanças, recebi este texto que transcrevo, e que tem como autor o teólogo e psicanalista Almir Savarin. Ao mesmo texto, sob o título de “Esquizofrenia Social”. O texto também é atribuído ao padre Gabriel Vila Verde.

De qualquer forma, independente do autor (alguns blogs deram a autoria ao padre Fábio de Mello - que negou, posteriormente), o texto reflete a realidade do momento para a família tradicional brasileira, diante de tantos descalabros e ações que levam à breca todos os valores cristãos que nos nortearam por séculos.

Modernidade, evolução, informatização. Sim. Mas moral, ética e bons costumes continuam valendo para todos.

Leiam e reflitam:

“Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem  que os homens se tornem “frágeis” e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou  seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.

Ser a favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão.

Se isso não for o Fim dos Tempos, deve ser o ensaio…”.

E que comece o MiMiMi!

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