O tradicionalismo como um bem social

Postado por: Isadora Fochi

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No primeiro artigo da Carta de Princípios, aprovada em 1961 na cidade de Taquara, durante o 8º Congresso Tradicionalista, sob redação de Glaucus Saraiva, diz “Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo.”, ou seja, torna cada tradicionalista, um promotor do bem social do nosso estado. Sem dúvidas, o país passa por uma grande crise de valores, que embora existam, se tornaram invisíveis aos olhos da sociedade e de cada um, ou ignorados pelos cidadãos.

Esses valores são aqueles que aprendemos dentro das nossas casas e solidificamos ao entrarmos em contato social, ou seja, nas escolas. Trabalhamos esses valores, ouvimos sobre eles todos os dias e claro, agimos utilizando eles todo e qualquer segundo. Vamos comparar a sociedade com uma arvore, a nossa família é a raiz da árvore, a parte que irriga e é responsável por nutrir a arvore; o tronco são os valores, que sustentam a arvore, valores como o respeito, a responsabilidade, a cooperatividade, a união e vários outros; a copa da árvore, é a sociedade propriamente dita, ou seja, os reflexos desses valores e do seu uso.

O tradicionalismo não ensina esses valores, ele faz com que cada um valorize esses legados que traz de casa, e que ao ingressar em uma entidade, são fundamentais para o bom andamento da construção da caminhada de cada um dentro desse movimento. E a partir do momento em que ingressamos em uma entidade, nós escolhemos e temos a obrigação de respeitar e propagar esses valores. Assim, somos nós mesmos os responsáveis por mudar a nossa sociedade, em busca de um bem coletivo, como diria Glaucus saraiva, e fortalecer a árvore que nós formamos e somos responsáveis por cuidar e fazê-la crescer e ter bons frutos.

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