Confiança na Seleção Brasileira

Postado por: Luiz Carlos Carvalho

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Olá, amigos internautas!

A Seleção Brasileira, sob o comando do técnico Tite, alcançou números nunca antes obtidos por um outro comandante na disputa das Eliminatórias. O time canarinho acabou invicto, colecionando uma sequência de vitórias, e, principalmente, apresentou um futebol convincente.

O panorama atual transmite uma confiança de que se poderá fazer uma excelente campanha na Copa do Mundo de 2018. Não podemos afirmar que o Brasil é candidato ao título, mas que entra muito bem credenciada. Essa de favoritismo, muitas vezes, é prejudicial, por se tratar de um torneio, no qual nem sempre o dono do melhor futebol vence. Há oportunidades em que é preciso jogar para vencer, como foi em 1994, e em outras com a necessidade de unir a qualidade à eficiência, como em 2002. Jogar bonito não é sinônimo de conquista, como se aprendeu em 1982.

Do ponto de vista técnico, observa-se que o estilo de futebol desenvolvido pelo Real Madrid, campeão europeu e mundial, é adotado em grande parte pelo técnico Tite. O nosso futebol brasileiro precisa progredir. O modelo hoje adotado em nossas competições nacionais é retrógrado. Seguidamente, algum atleta recebe a bola e mostra-se perdido, isolado e sem saber o que fazer. Os integrantes do selecionado não atuam aqui e estão preparados à necessidade atual.

Diante da forma de jogar dos novos tempos percebe-se que o jogador quando recebe a bola já precisa antever a chegada do companheiro ao seu lado ou pelas laterais, proporcionando a condição do lançamento. Isso exige treinamento contínuo, com bom entrosamento. O mesmo se procede quando a bola está com o adversário e é preciso começar a marcar no campo de ataque, o que impede de um constante sufoco nos defensores, os quais precisam ser protegidos por atentos volantes, também com capacidade de iniciar a construção das jogadas. É preciso finalizar mais e saber criar espaços, tanto pelo meio, como pelas laterais, com boas combinações. Em síntese, há que se jogar com velocidade, e não com jogadas lentas, como observamos ainda em nossas equipes. O Grêmio, com Arthur e nos momentos de criatividade de Luan, soube muito bem desenvolver esse modelo na Libertadores e em grande parte do Campeonato Brasileiro.

Estamos muito atrás da realidade europeia, não apenas no aspecto financeiro, mas também técnico. Porém, temos um produto que é a nossa marca, dos meninos que nascem com o talento. São capazes de na individualidade abrir fortes bloqueios. Com o tempo, se compreende a importância do trabalho coletivo, capaz de produzir grandes conquistas, o que esperamos da Seleção Brasileira nos gramados da Rússia.

Até a próxima!
Sejam felizes! Vocês merecem! 

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