Subjetividades de Natal

Postado por: Dilerman Zanchet

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“Não se pode doar o que não se tem. Apenas “os felizes” podem fazer isso, porque mantém em seus rostos o sorriso que contagia a tristeza dos famintos. E quanto somos famintos por pequenos momentos! Não se pode doar o que não se tem. Apenas “os felizes” podem fazer isso, porque mantém em seus rostos o sorriso que contagia a tristeza dos famintos. E quanto somos famintos por pequenos momentos”! (Autor desconhecido).


Quando chega o Natal, quando o ano se finda, quando os propósitos se renovam, é hora de avaliações, pesagens, considerações.

A população brasileira deve considerar o que foi 2017. Nós, cidadãos que trabalhamos, consumimos, “matamos um leão por dia”, devemos refletir sobre tudo o que lemos, vimos e ouvimos neste ano que finda.

Dizer que foi o ano pós golpe? Para quê, se o golpe foi orquestrado por quem estava “dentro de casa”? Então, nesse quesito, empatamos. Eu não votei nos golpistas. Ou na chapa deles. Se a outra foi pior ou melhor, é uma análise subliminar.

Bem, se formos levar ao pé da letra, tudo o que Moro fez em Curitiba, pelo bem do Brasil, Gilmar Mendes destruiu, pelo cargo da esposa na Petrobras, pela vergonha que o país sente dele e pelo descrédito que nos faz ter, novamente, na Justiça.

Aqui, neste mundinho de Deus, também não é diferente.

A polícia corre atrás, investiga, gasta com isso, e prende. O juiz, que se coloca acima do bem e do mal, manda soltar. E ai de quem se impuser contra a sua vontade.

O Brasil está assim: Na internet pode tudo. Ou, quase tudo. Pode até dançar homem com homem e mulher com mulher, parafraseando aquela música. Ops, isso pode ser considerado preconceito.

Só não pode falar a verdade. Esta merece castigo.

Enfim, aproveitar a semana entre Natal (e os exageros gastro econômicos) e o início do ano para refletir e torcer pelo que vem à frente, sempre é bom.

Agradeço a você, leitor, que acompanhou meu posicionamento, minhas ideias, frustrações, alegrias, em 2017.

Que venha 2018, que esperaremos com muita fé e determinação.

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