Unindo gerações para construir o amanhã

Postado por: Isadora Fochi

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Neste último fim de semana, o Rio Grande se encontrou na cidade de São Jerônimo para a realização de mais um Congresso Tradicionalista, definindo novos rumos e traçando novas metas para o ano de 2018. Uma dessas metas foi o tema anual do Movimento Tradicionalista Gaúcho, aprovado na oportunidade, e para ser trabalhado durante todo este ano nas entidades e em todos os cantos do Rio Grande: “Unindo Gerações para construir o amanhã”, com autoria da diretoria do Movimento e da gestão de prendas e peões do RS 2017/2018.

A palavra união, sem sombra de dúvidas, é um dos cernes que mais contribui para nosso tradicionalismo. Unir é um verbo comum no vocabulário tradicionalista, sempre foi, desde seus primórdios, até os dias atuais. Unir gerações é o que o tradicionalismo faz; sim, este movimento quer e precisa desta união, precisa de uma juventude que se espelhe nos mais experientes e que seja ativa para fortalecer nossa base. A juventude tradicionalista é o maior e mais resistente legado destes 70 anos de tradicionalismo organizado, e também é o legado mais fundamental para a construção e fortificação dos próximos anos que estão por vir.

Disse Barbosa Lessa no Hino Tradicionalista: “Como é lindo se ver gerações, convivendo na santa paz”, sim, é lindo mesmo. É incrível ver que hoje jovens estão defendendo suas ideias em plenárias de congresso, como ocorreram inúmeras vezes nesse fim de semana, e fazendo isso, estão contribuindo para o crescimento do tradicionalista, e se tornando uma juventude ativa e presente para o Movimento. Esta troca de debates e ideias nos mostra que o Movimento esta passando por mudanças, por mudanças positivas que inovem e preservem a seiva verdadeira do tradicionalismo. Tudo que vivemos, fazemos, presenciamos, são ciclos, e em cada segundo algum destes se finda, sempre foi assim, e sempre será; inclusive no tradicionalismo. Porem, ao unirmos gerações, e aprendermos e construirmos juntos, nenhum ciclo se findará sem dar sua contribuição, e eles nos mostram que as vivências entre diferentes idades, e consequentemente, diferentes opiniões, é o que faz do nosso tradicionalismo um movimento diferenciado e agregador.

O jovem, eu, você, todos nós, somos os líderes de amanhã. Portanto, trabalhar esse tema anual não é somente válido, como é valioso, para a consciência e para que nós fortaleçamos nosso papel de liderança enquanto jovens tradicionalistas que somos. Fazendo jus às palavras do presidente Nairo “Este movimento pertence a vocês, e sempre pertenceu”. Seja a liderança jovem que o tradicionalismo quer e precisa para ser perpetuado!

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