Terror noturno

Postado por: Caroline Garcia Silva

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É um distúrbio do sono caracterizado por episódios de pânico no decorrer da noite. Não existe uma idade padrão, porém é mais comum entre dois e cinco anos, podendo acontecer antes mesmo de completarem um ano. A criança se comporta como se estivesse em perigo, coração acelerado e feição aterrorizadora. Acorda muito angustiada e inclusive pode ter comportamentos destrutivos consigo mesma.

As manifestações ocorrem ainda dormindo com agitação extrema, suor, gemidos e até gritos. Acorda abruptamente e continua amedrontada podendo não reconhecer as pessoas; apresentar sonambulismo e agredir objetos e a si mesma.

Os fatores emocionais como períodos ansiosos, tristes ou enfrentando qualquer problema poderá desencadear o terror noturno. O distúrbio dependendo da criança poderá desencadear o terror noturno. O distúrbio dependendo da criança poderá ser semanal, e outros no espaço de 10 a 15 dias e muito raramente várias vezes durante a noite.

Sugere-se que algumas medidas possam ser adotadas para diminuir estes sintomas como: regularidade no horário do sono; cuidados com a alimentação; investigar se algum medicamento em uso pode causar o terror; diminuir a ansiedade caso a criança esteja passando por um momento estressor e oferecer conforto físico e emocional antes do sono.

Durante a crise o melhor é não acordar a criança, pois ela poderá despertar assustada e demorar mais tempo para restabelecer a calma. Oferecer proteção caso apresente um quadro de sonambulismo ou comportamento agressivo e corra o risco de causar danos físicos a si mesma. Afago, proteção e carinho são essenciais até que se acalme novamente e volte a dormir. Se a criança apresentar prejuízos físicos e emocionais em suas atividades diárias é importante buscar ajuda médica e psicológica.

A Fundação Cultural Planalto de Passo Fundo salienta que o texto reflete a opinião de seu autor.

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