O empoderamento feminino na sociedade tradicionalista

Postado por: Isadora Fochi

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Paralelo ao 66° Congresso Tradicionalista, no dia 13 de janeiro, ocorreu a 31ª edição do Seminário Estadual de Prendas, cujo tema abordado foi “O protagonismo da mulher na tradição gaúcha”, e sem sombra de dúvidas o evento foi um grande sucesso e de muita valia para todos os presentes.

O seminário estadual de prendas é um evento realizado e organizado anualmente pelas prendas do Rio Grande do Sul, e desde seu início, abrangeu uma variedade imensurável de temas importantes para o nosso MTG e de certa forma, para a sociedade em que se vive. Nesta 31ª edição contamos com a presença de sete mulheres, atuantes na sociedade como um todo e não só no tradicionalismo. Mulheres estas que representam o verdadeiro empoderamento feminino no mundo e que mostram que o lugar da mulher é onde ela bem entender. Essas sete mulheres participaram de uma mesa redonda, uma roda de conversas, com perguntas e respostas sobre temas que abrangem desde o papel da mulher no tradicionalismo, até a questão do machismo na sociedade como um todo.

Este seminário serviu para fortalecer a adesão feita em agosto pelo MTG ao movimento feminista da ONU He For She, contando com a presença da coordenadora do Comitê Gaúcho Impulsor do Movimento Eles por Elas. Fazendo o uso das palavras de Emma Watson, embaixadora da ONU e porta-voz do movimento “Na corrida pela justiça, nós superamos incontáveis obstáculos para ganhar nossos direitos. Há muitas grandes e altas barreiras para pular. A corrida continua a cada dia e cada ano de nossas vidas, mas nós vamos cruzar a linha de chegada. Ninguém pode nos parar!”. Mostrando assim que o tradicionalismo deve estar junto a estes movimentos, para promover uma sociedade mais igualitária, menos machista, capacitando as lideranças femininas e se inspirando nelas.

Sim, a força da mulher está cada vez mais forte, bem como seu poder, sua voz. Por isso, enquanto prendas e representantes da mulher gaúcha, nos sentimos honradas e orgulhosas em dizer que somos fortes, batalhadoras e protagonistas da nossa tradição! E mostrando mais uma vez, que lugar da mulher é onde ela quiser!

 *** A Fundação Cultural Planalto de Passo Fundo salienta que o texto reflete a opinião de seu autor.


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