A queda de Brasília

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Recopilando A Queda da Bastilha, segundo o historiador Paulo de Q. Duarte em Lecor e a Cisplatina 1816-1828 – Vol. I – Biblioteca do Exército – página 13 a 19:

Excertos:

Coube ao povo francês dar o sinal de rebelião contra as antiquadas instituições, abrindo, em 1789, o conflito almejado por grande parte da população contra o antigo regime.

Os homens cultos viram logo nos grandes acontecimentos de Paris a definição daquela ansiedade em que vivia o mundo e o início de tremenda colisão em que se iam chocar as duas sociedades.

Politicamente a França era uma monarquia absoluta, o poder centralizado polarizava-se na pessoa do rei (ou da rainha Dilma), e a estrutura administrativa era bastante deficiente e corrupta (Mensalão, Petrolão, Lava-jato, etc.).

A coroa era hereditária por linha feminina (lá) e masculina (Sarney, Collor, FHC, Lula e a Rainha), conforme a lei Petista. A legitimidade da coroa baseava-se no direito divino do STF, segundo a qual a autoridade do ou da soberana não podia ser contestada... Nem fiscalizada, em razão da própria procedência divina e aqui, do partido dos trabalhadores.

Na época reinava Luís XVI, (ou Dilma), que podia dispor arbitrariamente dos bens da nação (Portos, aeroportos, estradas, pontes, etc., em Cuba, Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Venezuela, Nicarágua e países Africanos, Cartão Corporativo, e da liberdade dos súditos (Internet Whats App, Google, Face, etc.).

Qualquer pessoa podia ser jogada na prisão mediante o arbítrio da chamada “letre de cachet”, que era uma ordem de detenção, da qual não se podia apelar (lá) (Ministro Cardozo, Policia Federal) (aqui)..

Os detidos eram encerrados em velhos castelos transformados em calabouços, como a Bastilha, em Paris, o de Pierre-Ancise, em Lyon, ou o de Pignerol, nos Alpes, sem qualquer julgamento.

            A capital do reino era Paris (Brasília), mas a rainha e a corte viviam no Palácio de Versaille (Planalto, Jaburu e Torto); cerca de 18.000 indivíduos formavam a corte, dos quais 16 mil eram empregados nos serviços da rainha e de sua grande família de Ministros (aqui é de 4.600 a 25.000).

            Os cortesões restantes viviam parasitariamente, percebendo pensões e favores reais, embora não exercessem qualquer função definida. (Bolsas, Cotas, Conselhos Administrativos, Itaipu, BNDES, Furnas, Petrobras, Sesi, Senai, Hospitais,  etc.).

             A sociedade francesa estava dividia em três classes. As duas primeiras eram privilegiadas e a terceira tinha super privilégios (ou seja, Executivo, Legislativo e Judiciário, com auxílio moradia).

Tanto o estado como a igreja extorquiam as magras rendas do povo (Vaticano, Universal e diabo a quatro).

A situação financeira do país era das piores, com despesas superiores as receitas ordinárias. (Dívida interna e externa, déficit comercial, pedaladas, etc.).

Nas épocas das más colheitas, essa imensa massa populacional francesa via-se assombrada pela miséria, como aconteceu no ano de 1788 e no inverno seguinte. Aqui será de (2014 a 2019).

Denominava-se Estados Gerais, no antigo regime da França, uma assembleia das três classes sociais já referidas.

Os camponeses tinham reivindicações perante o Estado (MST e agronegócios) e entre as principais, eram a Redução de Impostos, mas a nobreza e a corte (Planalto, Congresso e STF) se mostraram indiferentes a miséria que graçava nos campos e nas cidades.

De nada adiantou a prudente advertências do Bispo de Nancy a Luís XVI, na missa celebrada pela abertura dos Estados Gerais.

Tão pouco foi levado em conta a fala do Bispo de Aparecida, perante Dom Damasceno!

Ambos disseram:

            Senhor e senhora, o povo sobre o qual reinais tem dado provas inequívocas de paciência (dezenas de passeatas e protestos)! É um povo mártir, cuja vida se passa em longos sofrimentos (Hospitais sucateados, SUS, UPAS, preço da energia, da gasolina, da educação, dos impostos, IPTU, IPVA, e puta que pariu a CPMF)!

Ao convocar os Estados Gerais (Governadores dos Estados para apoiar a Rainha Dilma), o rei pensou em utilizar a popularidade do Ministro Jacques Necker (quase Jacques Wagner), financista (Levy e Barbosa), para suavizar a pressão da vil burguesia.

Coincidência fantástica... Mas não se precisa dizer!

Em 1791 promulgava-se a Carta Constitucional Francesa, regulamentando a nova organização da sociedade.

O povo de Paris (ou o povo do Brasil) passou a liderar a revolução, impondo suas próprias exigências aos representantes (do Planalto e do Congresso).

Obs: Para quem quiser entender e interpretar quando a história se repete... continue lendo em qualquer Livro de História sobre a Queda da Bastilha ou de Brasília.

Mas, não se esqueçam, que a patuléia daqueles tempos, derrubada a monarquia, instalou-se o caos e o salvador da Pátria foi o militar Napoleão Bonaparte!

* A Fundação Cultural Planalto de Passo Fundo salienta que o texto reflete a opinião de seu autor.

                                              

 

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